26/06/2015

Tupanciretã, coletânea de dados históricos

Contando com apoio da Família Borsa passo a publicar uma importante série de dados preparados pelo saudoso Expedicionário Antonio dos Santos.

1936 - Prefeito Leandro Kruel


Exportação em 1936 com derivados de bovinos












 Fabricação de Tijolos 















25/06/2015

Nico Fagundes esteve em Tupanciretã participando e apoiando evento solidário em 1999

  Antônio Augusto da Silva Fagundes o Nico Fagundes esteve em Tupanciretã em junho de 1999 para participar e apoiar o maior evento solidário já realizado com resultado financeiro em favor do HCBT - Hospital de Caridade Brasilina Terra, este evento organizado pela produtora rural Dionira Burtet Lopes com apoio de toda a comunidade e dos poderes constituídos. Este dia ficou marcado na nossa história e enriquecido com a presença do "Nico" que foi conquistado pelo seu coração e veio a Tupanciretã a convite da Associação Cultural  "Raul Bopp" apoiar esta ação solidária e também receber uma homenagem da municipalidade através do Prefeito Luiz Adolfo B. Dias,  levando daqui entre outras lembrança s o Livro reeditado de Manoelito de Ornellas " Tupan-cy-retan. Neste dia registrei este grande evento para o qual compartilho com os assíduos leitores. (galeria especial no final desta edição)



                                Credito destas duas imagens a Nide Iara Farias Pereira





BIOGRAFIA:
Antônio Augusto da Silva Fagundes (Alegrete, 4 de novembro de 19341 – Porto Alegre, 24 de junho de 2015), conhecido como Nico Fagundes, foi um poeta, compositor, ator, advogado e apresentador de televisão brasileiro.
   Foto: Genaro Joner /Agencia RBS


Filho de Euclides Fagundes e Florentina da Silva Fagundes, formado em direito, pós-graduado em História do Rio Grande do Sul e mestre em Antropologia Social. Todos os seus cursos foram realizados na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).


Reconhecido na cultura gaúcha, premiado diversas vezes como poeta, novelista, compositor, autor e ator de teatro, televisão e cinema.

Apresentou pela RBS TV (afiliada da TV Globo) o programa Galpão Crioulo, com uma das maiores audiências da televisão gaúcha.

O Canto Alegretense, canção cujos versos são de sua autoria, é mais cantado que o próprio hino de Alegrete.

É respeitado como autoridade em folclore gaúcho, história do Rio Grande do Sul, antropologia, religiões afro-gaúchas, indumentária do Rio Grande, cozinha gauchesca edanças folclóricas.

Além disso, sempre deu a devida importância à dupla ligação da cultura gaúcha com o outro Brasil e com os países do Prata. Tornou-se, assim, com o tempo e apoiado em uma biblioteca preciosa, um estudioso sério, respeitado e aclamado no Rio Grande do Sul, no Uruguai e na Argentina, conferencista bilíngue e autor de inúmeras obras de consulta obrigatória para estudiosos na área.

Entretanto, sua face menos conhecida também é sua face mais antiga, a de poeta.

Em 1954 mudou-se para Porto Alegre e é como poeta que é apresentado ao 35 CTG, por Lauro Rodrigues. E nunca deixou de fazer verso. Tornou-se amigo e companheiro deWaldomiro Souza, Horácio Paz, João Palma da Silva, Amandio Bicca, Niterói Ribeiro, Luiz Menezes, José Hilário Retamozo, Hugo Ramirez, João da Cunha Vargas, ou seja, a fina flor da poesia gauchesca da época, que frequentava o rodeio do 35 CTG, às quartas de noite e aos sábados de tarde, na Avenida Borges de Medeiros, no quinto andar daFARSUL.

Conheceu então e tornou-se amigo de Jayme Caetano Braun, cujo ingresso no 35 CTG apadrinhou.

Seu encontro, por esta época, com Glaucus Saraiva foi histórico: vinham de uma briga pelos jornais, mas quando se encontraram, foi admiração à primeira vista, uma amizade tão forte que nem a morte de Glaucus conseguiu interromper.

Pelas páginas do Jornal "A Hora" lançou Jayme Caetano Braun e dois moços que estavam aparecendo com muita força: Aparício Silva Rillo e José Hilário Retamozo. O prestígio que emprestava à obra de outros poetas não fez com que descurasse de sua própria poesia.

Ganhou prêmios e concursos em Vacaria, Alegrete e em Porto Alegre.

Seu primeiro livro de versos chama-se Com a Lua na Garupa e o segundo Ainda com a Lua na Garupa. O terceiro tem o nome de Canto Alegretense, nome tirado da canção famosa cujos versos escreveu. Aliás, neste livro aparecem muitas letras das suas canções mais famosas dentre as 370 gravadas e regravadas por vários intérpretes e parceiros.

Em 2000, ele teve um acidente vascular cerebral (AVC), mas se recuperou. Em 2010, chegou a ficar em coma induzido após uma infecção geral no organismo. Dois anos depois, voltou à UTI pelo mesmo problema.

Morte Nico Fagundes faleceu dia 24 de junho de 2015, com 80 anos de idade, no Hospital Ernesto Dornelles, em Porto Alegre, onde esteve internado por 1 mês.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Nico_Fagundes


Galeria especial da festa solidária realizada no Parque de Exposições Marcial Terra em outubro de 1999. Para realizar com sucesso este evento foi organizado grupos de trabalho para atender a todos com a participação do Presidentes de Bairros, do Rotary Club Tupanciretã, Rotaract, Associação Raul Bopp, OAB, Escoteiros "Otto Porto", Sindicato Rural, Câmara de Vereadores, Casa da Amizade, Liga de Combate ao Câncer, Rádios Tupan AM e FM, CTG Tapera Velha, Conselho Paroquial, Sociedade Salgueiro, Sociedade 13 de Maio, Cotrapan, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Frigorifico Ouro Branco, Grupo da 3ª Idade, Escola Divino mestre, Vicentinos, comunidades do interior. Na parte cultural o evento foi apoiado por Vania Krebs, Ilo Brum, Ana Claudia Terra e muitos outros.



















Jornal a Voz do Jari registrou para a história este evento