12/02/2016

OMS quer saber por que microcefalia está concentrada no Brasil

    Foto: Irin/Kate Mayberry

Agência da ONU afirma que muito mais pesquisas são necessárias, porque é difícil estabelecer o que ocorreu há nove ou há 10 meses; Cruz Vermelha faz apelo financeiro de quase US$ 2,5 milhões em prol de países afetados pelo zika.

Leda Letra, da Rádio ONU em Nova York.

A Organização Mundial da Saúde ainda não sabe porque os casos de microcefalia estão concentrados no Brasil. A agência da ONU busca entender a situação e em Genebra, o porta-voz Christian Lindmeier explicou que são necessárias muito mais pesquisas.

Sobre os bebês que nasceram com microcefalia no Brasil, o representante da OMS explicou ser difícil estabelecer o que ocorreu há nove ou há 10 meses.

Transmissão
Segundo Lindmeier, não se sabe o que afetou as grávidas no primeiro trimestre da gestação ou até mesmo antes, durante a concepção. Por isso é importante descobrir se o zika é mesmo o único responsável pela microcefalia.

O porta-voz da OMS confirma que o vírus já foi encontrado no sangue e no sêmen, mas as condições da transmissão ainda não estão completamente claras. Os pesquisadores buscam descobrir, por exemplo, por quanto tempo após a infecção o zika pode ser transmitido para outra pessoa.

Síndrome
A OMS também pede cautela sobre a associação entre o vírus e a síndrome de Guillan-Barré. A agência declarou o zika uma situação de emergência para a saúde pública exatamente para promover mais pesquisas.

A Colômbia registrou 20 mil casos de zika e 100 casos de Guillain-Barré, síndrome já confirmada também no Brasil, em El Salvador e na Polinésia Francesa.

A agência da ONU e parceiros estão formulando recomendações para evitar a transmissão do zika vírus e investindo em pesquisas sobre a produção de medicamentos e vacina.

Financiamento
A Cruz Vermelha lançou um apelo financeiro de US$ 2,4 milhões para apoiar os países afetados pelo zika. O dinheiro é importante para os trabalhos de controle do mosquito e para reduzir os riscos associados ao vírus.

Controlar o mosquito Aedes aegypti e evitar focos de reprodução, como água parada, continua sendo a melhor forma de combater o zika e a dengue. As pessoas devem utilizar repelentes e roupas apropriadas para evitar a picada, como calças e camisetas de manga comprida.

Fonte:
http://www.unmultimedia.org/

11/02/2016

DIA DA FAXINA CONTRA O MOSQUITO AEDES EM TUPANCIRETÃ - ETAPA CONSCIENTIZAÇÃO

Sábado 13/02/2016 DAS 08h às 17h acontecerá o dia D de Combate ao Mosquito Aedes Aegypti, ação comunitária desenvolvida pelo Comitê Intersetorial de Combate ao Mosquito "bandido" envolvendo o município como um todo - Secretarias Municipais (Saúde, Obras, Educação, Meio Ambiente, Agricultura), Câmara de Vereadores, setores públicos municipais, estaduais, federais, Clubes de Serviço, imprensa falada e escrita e também um importante apoio do 29º BIB - Batalhão de Infantaria Blindado de Santa Maria com um grupo de 80 a 100 militares.


O objetivo deste dia "D" - etapa conscientização é somar todas as forças e promover uma varredura em toda a sede municipal de N a S de L conscientizando a população de como combater o Mosquito Aedes "BANDIDO", levantar os possíveis locais aonde este se encontra, distribuir sementes de CROTALÁRIA (semente que produz uma flor atrativa das libélulas e estas tanto quanto larvas ou insetos se alimentam destes mosquitos. Também mapear os locais com depósito de resíduos para limpeza posterior ou em emergência no mesmo dia.

Isabel Prestes coordenadora do Comitê aglutinou as lideranças internas e externas e solicita o apoio integral da comunidade visando "sempre" o bem estar de todos.

"Todos juntos unidos e somando forças podemos e vamos varrer este "BANDIDO" do Mosquito Aedes do nosso meio, pois a pior situação e ter uma infecção e ver uma cidade e seus munícipes em descontrole."

Sábado (13/02), todos os envolvidos, se reúnem antes das 8h da manhã na Cultura de Cultura e logo saem em grupos pré-determinados em grupos.


10/02/2016

Dr Jim Frazier, fotografo e artista da Austrália

Escultura localizada em Chicago/USA in Saints Peter and Paul Cemetery, Naperville, Illinois

Dr Jim Frazier, OAM, ACS, expert naturalist, world-renowned cinematographer, prolific inventor and artist
Artwork: http://www.saatchionline.com/crystalart

Photographing moskito feeding on my finger for a documentary about Ross River Fever a type of Malaria 1 of 2
Jf filmando timelapse de um dos mundos maiores flores em sumatra chamado raflésia por sir David attenboroughs "o planeta vivo" DEMOROU 3 dias para abrir

Outras imagens








MÃE PROCURA FILHO NA REGIÃO DE JULIO DE CASTILHOS


Uma senhora, de 57 anos, moradora de Itaara, natural de Salto do Jacuí, está à procura de seu filho, Eduardo Matias Couto, de 30 anos. Ela acredita que ele esteja morando em Rincão da Estrela ou Rincão do Espinilho, interior de Estrela Velha. Querli Terezinha Matias saiu de Salto do Jacuí há cerca de 20 anos, para trabalhar em Julio de Castilhos e deixou Eduardo com a tia do menino. Em um breve relato ela conta que depois nunca mais conseguiu contato com a irmã nem com o filho.
Quem souber onde o filho de Querli está, ou o próprio Eduardo, pode ligar para a o celular dela no número 55 9650 2725.

Informações por: Elion Silva -
Departamento de Notícias - Geração FM
https://www.facebook.com/alcir61/

09/02/2016

ANTIGO FRIGORIFICO SERRANA DE TUPANCIRETÃ ESTA PRÓXIMO A UMA DEFINIÇÃO POR PARTE DO GOVERNO DO RS

    
Após o fechamento na década de 80 do século passado várias tentativas foram feitas para reativar a majestosa planta frigorifica que desde a sua inauguração muito ajudou o crescimento econômico e social dos Tupanciretanenses e na visão futurista e correta do  empreendedor e saudoso Presidente Severo Correa de Barros
poderia  ter um avanço por mais 20 décadas com a industrialização da carne, mas infelizmente não foi a frente a apos o período deste empreendedor a "Serrana" só definhou vindo o seu patrimônio a ser corroído por muitos fatores restando hoje na PLANTA FRIGORIFICA constatamos e existência  de uma pequena parte das 600 hectares do complexo frigorifico (campos, mangueiras, matadouro, refrigeração, vagões férreo e exportação) que é propriedade do Governo do Estado do RS e que deverá, pela crise financeira atual, dar uma destinação final ao imóvel e de preferencia promova algum desenvolvimento ao município de Tupanciretã.
    Eu, Luis Afonso, já acompanhei alguns momentos dos anos 90 à 2016 e várias tentativas foram feitas, lembro de um grupo Argentino que deu um inicio mas não avançou, depois   com Grupo Empresarial  local que trabalhou por alguns anos recebendo incentivo de isenção de imposto para gerar empregos.
   Esta planta frigorifica era, nos anos 70, de ponta na América Latina, mas hoje não, prédio na vertical e com rampa para o animais subirem até o 5º piso é considerado um atraso para saúde dos animais que repercute direto na qualidade da carne. Hoje o correto é na horizontal, mas talvez uma adaptação com abate no térreo e elevação até o 5º visto que a sala de matança está conservada. 


Também se considera e existência de  um bom numero da câmaras de resfriamento e congelamento que estão prontas para funcionar com o seu sistema térreo regular (sala comando e controle).


   A crise pecuária é vista, a população aumenta e precisa de proteína para se alimentar mas a competição é grande com outros estados da federação e um caminho produtivo devemos almejar.
    A Administração do Município de Tupanciretã na pessoa do Prefeito Carlos Augusto Brum de Souza - Guga (PP) vem trabalhando junto ao Governo do RS através de frequentes reuniões com o Secretário Ernani Polo com objetivo de encontrar um caminho salutar que segue em duas frentes:                                                                                                        1- Área ocupada a muitos anos que foi dividida em terrenos e construções por munícipes que precisa ser regulamentada e que o próprio município possa investir na melhor infraestrutura da região do Bairro do Frigorifico.                                                                                                   2- Planta restante (mangueiras, área de terra restante e a própria planta) o que explorar e quem explorar dentro das condições existentes
3-  UNIDADE de produção de Champignos (pleno funcionamento e sem incentivo) que gera mais de 25 empregos em período normal de produção.

Acervo de imagens do passado:
Mangueiras iniciais anos 50 hoje resiste o tempo com mangueiras com tubos em material galvanizado

Período do charque americano 





Aviões da Varig que transportavam charque para o Rio de Janeiro
 

Química Virginia Marconatto e os zelo pela qualidade dos produtos para exportação


Este "S" criado pelo artista "Tasso Prestes" rodou mundo levando a imagem de Tupanciretã







Outras matérias e imagens já publicadas sobre frigorifico:

http://luisafonsocostatupan.blogspot.com.br/2010/06/tupancireta-frigorifico-serrana-parte1.html
http://luisafonsocostatupan.blogspot.com.br/2010/06/tupancireta-frigorifico-serrana-parte.html
http://luisafonsocostatupan.blogspot.com.br/2014/10/cooperativa-rural-serrana-e-o.html
http://luisafonsocostatupan.blogspot.com.br/2012/11/tupancireta-do-charque-carne-resfriada.html
http://luisafonsocostatupan.blogspot.com.br/2010/12/tupancireta-82-anos-de-emancipacao-e.html
http://luisafonsocostatupan.blogspot.com.br/2011/02/soja-o-grande-marco-economico-de.html
























Prefeito de Tupanciretã faz visita à Dália Alimentos em Encantado

Proposta é de formalizar parceria para estruturação de um condomínio leiteiro no município
Legenda: Piccinini, Ubirajara, Brum e Freitas debateram a possibilidade de instalação de 
projeto leiteiro no município de Tupanciretã 
Foto: Carina Marques


Com a proposta de formalizar uma parceria com a Dália Alimentos, esteve na sede da empresa, em Encantado, no dia 27 de janeiro, o prefeito de Tupanciretã Carlos Augusto Brum de Souza. O chefe do Executivo foi recepcionado pelo presidente do Conselho de Administração, Gilberto Antônio Piccinini; pelo presidente Executivo, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas; e pelo conselheiro da região de Júlio de Castilhos – da qual Tupanciretã faz parte – Belquer Ubirajara da Silva Lopes.

O propósito da visita foi sugerir uma parceria entre o município e a cooperativa a fim de, futuramente, estruturar um condomínio leiteiro com capacidade para 500 animais. O prefeito ofereceu uma área de terras com 100 hectares para organizar o projeto e comprometeu-se em enviar o mapa detalhado da área.

Piccinini e Freitas avaliaram o projeto como positivo, tanto para os associados da Dália quanto para o município, e sinalizaram que a empresa analisará a possibilidade de instalação do condomínio.

Assessoria de Imprensa Dália Alimentos
Jornalista Carina Marques
04/02/2016

TUPANCIRETANENSES SÃO DESTAQUE NA ZERO HORA DESTA TERÇA FEIRA DE CARNAVAL

  A família Franco de Moraes de Tupanciretã muito bem representada por dois profissionais POLICIAL MILITAR da nossa gloriosa Brigada Militar - Gerson Moraes e Luis Sandro Moraes que a exemplo de outros anos realizam o trabalho de salva-vidas nas praias gauchas através da Operação Golfinho.

Gerson divide o chimarrão e as responsabilidades com seu irmão, Luís Sandro Moraes | 
Foto: Bruno Alencastro


Reportagem de página na ZH deste dia 09/02/2016
No alto da guarita 49, na pacata praia de Santa Rita, próximo a Arroio do Sal, quatro olhos observam despreocupadamente o vaivém das ondas. É no sossego de um mar quase sem banhistas que trabalham os salva-vidas mais "boas-vidas" da temporada. Segundo dados da Operação Golfinho, o local é um dos poucos pontos do litoral gaúcho com índice zero de salvamento neste verão.
Com semblante sério, o policial militar de Tupanciretã Gerson Moraes, 51 anos, conta que dedicou duas décadas de sua vida a salvar pessoas no mar. Agora, pretende pendurar a boia e o pé de pato.

— Já trabalhei em Arroio do Sal, Torres e, durante 15 anos, na área central de Capão da Canoa. No meu último ano na ativa, pedi a meu superior para vir a uma guarita mais tranquila, até para dar uma descansada e fechar com chave de ouro a minha história com o litoral — diz o terceiro sargento.

Gerson divide o chimarrão e as responsabilidades com seu irmão, Luís Sandro Moraes, 44 anos, também um salva-vidas experiente que já trabalhou em Tramandaí e Capão da Canoa. Os manos, que, juntos, têm mais de 600 salvamentos no currículo, não precisaram se molhar sequer uma vez neste verão.

— Aqui é uma praia muito tranquila. Em dias de semana, o número de banhistas durante o dia não chega a 50. Molhamos os pés no mar apenas quando puxamos o apito para alertar os banhistas e chamá-los para áreas mais seguras de banho. Nadar, mesmo, só depois do expediente, para manter a forma e o fôlego — diz Luís.

Dupla investe na prevenção, o que inclui uma série de orientações e recados pintados na guarita | Foto: Bruno Alencastro

Mesmo com o índice zero, a rotina da dupla é a mesma de qualquer salva-vidas: às 8h, as boias devem estar cirurgicamente posicionadas em frente à casinha piramidal; o monte de areia, que serve para amortecer o salto dos socorristas na hora do salvamento, precisa ser refeito.
— Neste ano, não precisamos utilizar o monte nenhuma vez. Mas temos de refazê-lo todas as manhãs porque as crianças brincam nele e o desfazem — ri Luís.

À primeira vista, a tranquilidade de Santa Rita pode ser tachada de monótona quando comparada ao ritmo frenético das grandes praias. Mas os irmãos salva-vidas encontram virtudes nesse lugar com ares de cidade de interior: o senso de comunidade.

— O mais legal de trabalhar em uma praia assim é que conhecemos quase todos os veranistas e eles nos conhecem. Ao contrário de Capão da Canoa e Tramandaí, em que estamos sempre atentos em cima da guarita e mal paramos por causa do alto número de salvamentos, aqui é outra dinâmica. O menor número de pessoas faz a relação do salva-vidas e do banhista ser mais próxima. Nos sentimos parte da comunidade, somos abraçados por ela — destaca o sargento Gerson.

De acordo com a dupla, o índice zero de salvamento não se dá apenas pelo diminuto número de veranistas da praia — é mérito, também, do trabalho de prevenção.

— Usamos o apito e indicamos aos banhistas os melhores locais para banho. Esses alertas previnem afogamentos e diminuem os riscos — conta Gerson.

O imperativo da prevenção está registrado com tinta preta na parte de trás da casinha laranja.
"Respeite o intervalo entre as refeições", "Não ingira bebidas alcoólicas" e "Não leve pessoas que não sabem nadar para locais profundos" são algumas das 11 orientações expostas na lista "Cuidados no mar e na praia", pintada pelos socorristas para servir de alerta à população.

— Nosso lema é prevenção.

O melhor de tudo é ver que a comunidade segue à risca — orgulha-se Gerson.

*Zero Hora