03/08/2017

TUPANCIRETÃ TEM REGISTRO NACIONAL DA RAÇA BOVINA ULTRABLACK - ANGUS

Presidente
José Roberto Pires Weber
Associação Brasileira de Angus

O Brasil já tem seus primeiros exemplares da raça Ultrablack registrados. A raça, que teve autorização concedida pelo Ministério da Agricultura à Associação Brasileira de Angus, emitiu o primeiro certificado neste mês de julho. O registro número 1 foi para o terneiro de pelagem preta VPJ Ultra Black King IA 001, do criador Valdomiro Poliselli Junior, de Mococa (SP). O segundo e o terceiro são do Rio Grande do Sul: La Coxilha Ultra 1021 Chalten Jarau, da Cabanha La Coxilha, de Cacequi (RS) e São Xavier UB 6026, da Cabanha São Xavier, de
Tupanciretã (RS)
, respectivamente.

A novidade, anunciada pelo presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber, durante coletiva de imprensa nesta quarta-feira (2/8), em Porto Alegre, já desperta interesse de criadores em diferentes regiões do Brasil. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber, a primeira comercialização de touros brasileiros está sendo programada para leilão previsto para 2020. “Vários criatórios estão começando a investir na raça no Sul, no Brasil Central e no Sudeste. A Ultrablack casa a qualidade do sangue Angus com a rusticidade necessária para os campos do Brasil Central, sendo uma excelente opção para cruzamento com as fêmeas F1 resultantes do casamento da Angus com zebuínos no Centro Oeste”, pontuou.

Composição genética

A Ultrablack é uma raça sintética que tem sua formação a partir do cruzamento de animais Angus e Brangus. Para ser Ultrablack o animal deve ter, no mínimo 80% e máximo de 85% de genética Angus e máximo de 20% de genética zebuína. O criador interessado em ter um rebanho Ultrablack tem dois caminhos: produzir seus próprios animais ou esperar pelos primeiros leilões. O gerente de Fomento da Angus, Mateus Pivato, explica que para obter um legítimo Ultrablack passível de registro é preciso estar atento aos critérios definidos pela Associação Brasileira de Angus e usar reprodutores para acasalamento que tenham registro definitivo. “Só assim, esses criatórios poderão obter o registro do animal Ultrablack”, ressalta Pivato. O regulamento e todos os formulários para registro da raça estão no site da Associação Brasileira de Angus (www.angus.org.br)

Julgamentos cada vez mais acirrados
Seguindo movimento de queda nas inscrições de animais de raça em exposições, a Associação Brasileira de Angus registrou 110 animais de argola de 19 criatórios (SP e RS) para a Expointer 2017. O número representa uma queda de 34% em relação aos 167 exemplares cadastrados para a feira de 2016. “Ano a ano, vemos que os criadores optam por trazer menos animais em função do alto custo de transporte e permanência nas exposições. Isso ocorre em diversas feiras no mundo e implica em uma maior seleção dos animais em julgamento. O que vem para as feiras é o melhor do melhor, uma apresentação cada vez mais padronizada que torna nossos julgamentos cada vez mais acirrados”, pontuou o presidente da Associação Brasileira de Angus, José Roberto Pires Weber. Neste ano, o Julgamento da Angus em Esteio ocorrerá nos dias 29/8 para as fêmeas e 30/8 para os machos. A avaliação ficará a cargo de um dos mais experientes conhecedores da raça: o veterinário gaúcho Flávio Montenegro Alves.

Com relação aos rústicos, a expectativa é contar com 35 trios. Os números devem ser fechados até o dia 7 de setembro, quando terminam as inscrições da categoria. O julgamento dos animais rústicos ocorrerá na segunda-feira (28/8).

Angus Jovem realiza concurso de Fotografia

Comemorando um ano de fundação neste Expointer, a Angus Jovem promove concurso de fotografias na feira de 2017. Seguindo temáticas referentes à raça, a disputa ocorrerá pela internet e vencerá a imagem que obtiver mais curtidas nas redes sociais. Além do grande prêmio de popularidade, a Angus escolherá 10 outras imagens, que também receberão prêmios. Tendo condições para uso, as fotos serão utilizadas nos canais de mídia da Associação Brasileira de Angus.

No seu primeiro ano, a Angus Jovem realizou dezenas de encontros em diferentes regionais. Os resultados desse trabalho serão apresentados em encontro no dia 26 de agosto. Entre as ações do ano destacaram-se giras técnicas e encontros em Pelotas, Cruz Alta, Bagé, Santa Maria, Uruguaiana e no Paraná.

Circuito técnico marca ação no segundo semestre

O segundo semestre de 2017 marcará o início de nova fase da campanha Touro Angus Registrado, lançada em 2016. Nos próximos meses, uma equipe técnica percorrerá tradicionais regiões produtoras de gado para difundir in loco as vantagens de trabalhar com animais marcados. A ação terá início na semana de 7 a 11 de agosto por Rio Grande, Bagé e Santana do Livramento. Na sequência, será a vez de Alegrete, São Borja e São Francisco de Assis. A agenda do circuito deve seguir ao longo do semestre.


02/08/2017

RELATO DA VIDA DO TUPANCIRETANENSE ODILLON AVILLA SANTOS

Meus conterrâneos, farei uma viagem no túnel do tempo. Citarei algumas passagens de minha juventude . No entanto, em primeiro lugar mencionarei minha família que julgo ser o esteio da sociedade. Meus pais chamavam-se Pedro A. Santos e minha mãe Silvia Dias. Meu velho pai foi motorista do Cel Marcial G. Terra e éramos agregados na Faz. do Tarumã. Somos 7 irmãos Odillon, Odir, (falecido), Ana, Oneida, Anes, Silvio e Selvina. Como tínhamos uma bela casa ao lado da União Operária, vim morar na cidade em companhia de meus avós Pedro Dias (tintureiro) e Orfila Cardozo Dias, (parteira). Então, comecei meus estudos com 8 anos, na Escola da Prof. Margarida Gaiger. onde conclui meu primário e posteriormente (ginásio), no J.Nabuco. Tive uma infância super feliz pois, só estudava. Naquela época havia vários empregos tais como Charqueada e Frigorífico. Tínhamos diversões: cinema, vollei, futebol, havia vários torneios entre Ginásio, Frigorífico e naquela época o GEPO, era uma potência pois, tinha um gde. presidente Natálio Herter, creio foi o melhor de todos. A Viação Férrea, também era excelente. Passava trens passageiros e era uma das diversões da cidade. Lá se comia coisas boas, pastéis, doces e outras variedades. O melhor Café da cidade era o do Nagib, nosso ponto de encontro aos sábados e domingos. Porém, eu só tinha duas alternativas; trabalhar em algum escritório ou casar-me com alguma colega rica. Como a segunda hipótese era muito rara, qdo. completei meus 18 anos, felizmente fui p. o Exército, (D. Pedrito), e qdo. retornei em jan.56, o destino colocou na minha presença mais 3 amigos e colegas de infância e imediatamente não perdemos a oportunidade e fomos p. POA, incluir na gloriosa BM. E por uma questão de amizade citarei o nome deles: Luiz Diógenes C. Couto (Cel falecido), Luiz G. Oliveira, (Maj falecido), Gotan Marques da Silva, (sargento) e Odillon Avilla Santos (Ten). Os 3 eram menores. (17 anos). Naquela época a BM, admitia menores. Ficamos apenas 6 meses como soldados e no mesmo ano em agosto, fizemos admissão ao curso de Sgt e no final do ano Luiz Gomes e Luiz Couto, fizeram o CFO. Posso considerar que minha vida nessa terra foi excelente, até meus 18 anos. Sempre alimentei um sonho e o tornei ralidade que era de conhecer SPaulo, qdo. via o Trem Paulista passar, e hoje acabei morando aqui. Portanto, o que digo aos jovens que todo o sonho poder ser realizado, basta querer. E não deixem nunca a oportunidade passar, agarrem-na com toda a força. Podemos cair mas ter forças p. se levantar e seguir em frente. Só que hoje sentimos uma tristeza enorme por sabermos que tudo acabou. União Operária, era a melhor sociedade e o Club do Comércio, também. Eu era sócio contribuinte , pagava mensalidade, mesmo sendo menor com 16 anos. Talvez ainda hoje haja essa categoria. Acreditem, sinto saudades dessa terra. Pois, foi aonde nasci e me criei. E simplesmente desejo que todos sejam felizes. Vários abraços.
Fonte: Página pessoal do Faceboock




O Sub Ten Odillon Avilla Santos, atualmente, residindo em São Paulo Capital, é filho de Pedro Avilla dos Santos e de Silvia Dias dos Santos. Se pai motorista e agricultor e sua mãe com os a afazeres domésticos da famíla. São seus irmãos Odir, Ana Odilvia, Oneida, Annes, Sidnei e Selvina. Felizmente todos estão bem. A Annes e a Selvina, ambos possuem pequenos sítios em Tupan. O Sidnei, é açougueiro em Três Passos e as outras irmãs donas de casa. Nenhum quis seguir a carreira de policial.
Mas, teve com parente nas fileiras da Brigada Militar, o PM Lays Lagoa, da Polícia Montada, em Santa Maria.
Relata uma excelente família, bem estruturada. Praticamente, foi criado pelos avós, diz Odilon. Seus pais moravam na campanha e para estudar passou a morar como os avós na cidade.
Nasceu em 22 de abril de 1935, ano do centenário da Revolução Farroupilha marca que verificar em sua personalidade. Natural de Tupanciretã. E nas férias escolares ia para a campanha casa de meus pais.
Estudou seu ensino Primário Esc. Particular Margarida Gaiger- Anos 43 a 48 – Tupanciretã-Ginásio Grupo Escolar Joaquim Nabuco, até a segunda série. Também em Tupan.Conclui o ginásio na Escola Prof. Moacyr Campos, em São Paulo. Anos 80.Conclui o Ensino Médio em 2003, na Escola E. “ ISAI LEINER – São Paulo- Prestei também o “ENEM” em 2003.
Sua lembrança da infância são positivas. Foi uma, excelente, Infância pois, só estudava e praticava vários esportes, tais como futebol, vollei-bol, e participava de jogos em uma Sociedade de nome União Operária Mútuo Socorro, que ficava ao lado de minha casa. Gostava de jogar Bolão, ping-pong e bilhar.
Sua lembrança da adolescência rememora os bailes na Sociedade União Operária e Clube do Comércio que frequentava ate o ano de 1954.
Odilon demonstrava preocupação com o mercado de trabalho, em 1956, frequentou em Porto Alegre, o curso de datilografia.
Seu primeiro trabalho foi no Exército Brasileiro, quando prestou o serviço militar, no14º RCMont – em Dom Pedrito, RS.
Teve, sempre, uma grande admiração pela polícia e, por isso, acredita no destino, que o conduziu para entrar na Brigada Militar.
Odillon se diz influenciado por um amigo de infância que morava e trabalha em Porto Alegre. Em 1.956, ele andava passeando, de férias, lá em Tupan, e uma noite em bate papo, em um bar, se encontrarm. E surgiu o comentário de poder ingressar na BM pois, as inscrições estavam aberta.
O Sub Ten viu ali a possibilildade de realização de seu sonho e aceitou o convite. Ele e quatro amigos rumaram para a Capital Nessa época a BM, aceitava menores até 17 anos. Três eram menores, mas ele já era reservista do Excército, com baixa dada em Janeiro 56.
Por uma questão de gratidão Ele cita os nomes: Luiz Gomes de Oliveira, Luiz Diógenes Chaves Couto e Gotan Marques da Silva. Os três primeiros foram para o 1ºBC, pois, lá ficava a escola de “menores”. Como ele era reservista, foi incluído no QCG de BM, da época.
Da reação sobre entrar para a BM, lembra de sua velha mãe, que ficou muito preocupada. Pois, todos sabiam que era uma profissão perigosa. Meu pai me desejou boa sorte.
Do QCG/BM foi designado para fazer seu curso de formação no Centro de Instrução Militar – CIM, atual Academia de Polícia Militar, ainda no ano de 1956, por seis meses, nas Bananeiras, como era conhecida essa área do bairro Partenon.
Após passado a pronto, como se designava a formação de soldados da época, foi desinado para servir no 2º BC, em Santa Maria. Unidade situada, em prédio lateral, no interior do páteo do 1º RC, atual, 1º RPMon.
Sua expectativa era de trabalhar onde fosse respeitado, com camaradagem e compromisso com a verdade.

Seu ensino de 2º Grau, já foi na reserva, na Escola Estadua “ISAI LEINER” São Paulo – Capital ano 2003

Fonte:  http://www.abcdaseguranca.org.br/sub-ten-odillon-rememora-de-sao-paulo-sua-vida-na-bm/