A Edição 755 na sua página 4 trás uma matéria especial sobre o rádio difusor Miguel Puretz Filho
16/04/2012
14/04/2012
Ser Brasileiro e ainda mais Gaúcho é um orgulho supremo
Veja o porque:
Mais uma de Arnaldo Jabor sobre o
RS, vale a pena ler!
Pois é. O Brasil
tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos
passivos.
Olham o escândalo na televisão e exclamam 'que
horror'.
Sabem do roubo do político e falam 'que vergonha'.
Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam 'que
absurdo'.
Assistem a uma quase pornografia no programa
dominical de televisão e dizem 'que baixaria'.
Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram
'que medo'. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição 'neste país'.
Do ressentimento passivo à participação ativa'.
Pois recentemente estive em Porto Alegre, onde pude
apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que
sou.
Um regionalismo que simplesmente não existe na São
Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém. No Rio Grande do Sul, palestrando
num evento do Sindirádio, uma surpresa.
Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando.
Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do
Estado do Rio Grande do Sul.
Fiquei curioso. Como seria o hino?
Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo
cantando a letra!
'Como a aurora precursora / do farol da divindade,
/ foi o vinte de setembro / o precursor da liberdade '.
Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara
um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em
volta.
Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até
para mim eles oferecem.
E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba,
mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao
qual eu, paulista, não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei
mais o que é 'comunidade'.
Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de
São Paulo. Aliás, você sabia que
São Paulo tem hino? Pois é... Foi então que me deu
um estalo.
Sabe como é que os 'ressentimentos passivos' se
transformarão em participação ativa?
De onde virá o grito de 'basta' contra os
escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é
que não será.
Esse grito exige consciência coletiva, algo que há
muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de
mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção.
São Paulo é um grande campo de refugiados, sem
personalidade, sem cultura própria, sem 'liga'.
Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até
compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.
Penso que o grito - se vier - só poderá partir das
comunidades que ainda têm essa 'liga'. A mesma que eu vi em Porto Alegre.
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que
levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se
encontra mais em São Paulo.
Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles.
De minha parte, eu acrescentaria, ainda:
'...Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda
terra...'
13/04/2012
AARJ realiza mini expedição aula com crianças de Tupanciretã
Numa ação proposta pela EMEI Dona Luiza Beck (Bairro do Gaúcho) e AARJ Associação Amigos do Rio Jaguarí esta sendo realizado durante todo o dia uma mini expedição ambiental com as crianças desta EMEI e interagem com o meio ambiente num trabalho coordenado pela Gestora Ambiental Julieta Dal Castel Lopes e apoiada pelo ambientalista Luis Afonso Costa, o local escolhido foi a área de preservação ambiental Olho da Cobra.
Trajeto com turno da tarde da EMEI
Observação
Observação da falta e da importância de cuidar e conservar a água
Plantio de um araçá
Parada para fechar os olhos escutar o sons produzidos dentro e fora da mata
Cleber Ritter contando a história do olho da cobra
Cada um escolheu uma árvore para conversar com a mesma
12/04/2012
1º Carro do mundo
A experiência de dirigir um Benz 1886, primeiro automóvel da História
Com a mão direita, o mecânico Ely da Silva dá um forte puxão para girar o enorme volante do motor.
Uma tentativa, duas e, na terceira, o que se ouve é o som de um passado remoto despertando 125 anos depois. É uma batida ritmada e metálica, lembrando uma máquina de costura: "tchaf-tchaf-tchaf-tchaf...". Quase dá para contar suas rotações. Eixos e engrenagens giram expostos aos olhos dos presentes, que se sentem num livro de Júlio Verne. Mesmo estacionado, o carro treme como se fosse um ser vivo.
Daqui também trememos, com a chance de assumir os controles de um Benz Patent-Motorwagen, primeiro modelo de automóvel da História. Criado na Alemanha, por Karl Benz, o "veículo com motor a gás" foi patenteado em 29 de janeiro de 1886 e deu sua primeira volta pelas ruas de Mannheim seis meses depois.
Passados exatos 125 anos, vivemos uma educativa experiência de dirigir a máquina pioneira. Foi no estacionamento do Boulevard Shopping, em Belo Horizonte, onde está sendo realizada, até 21 de agosto, a exposição Clássicos sobre Rodas.
O carro que dirigimos pertence ao colecionador Leo Gouvêa e é praticamente zero-quilômetro. Explica-se: por duas vezes (primeiro em 1980 e depois em 2002), a Benz fabricou pequenas séries do Patent-Motorwagen seguindo estritamente os projetos iniciais do carro de 1886.
O motor de quatro tempos tem apenas um enorme cilindro, na horizontal. O volante do motor é gigantesco e também vai deitado. Não há cárter: a lubrificação é feita por meio de pequenos recipientes de óleo, que pingam (quatro gotas por minuto) sobre o virabrequim e o mecanismo das válvulas. Também não existe radiador: a água para refrigeração fica dentro de um grande cilindro de cobre, se evaporando aos poucos.
Na época não havia postos de gasolina e Karl Benz comprava na farmácia algum combustível que, misturado a ar, gerasse boa explosão — podia ser éter ou benzina. Não havia acelerador: por uma espécie de válvula montada perto do banco, o motorista acertava a mistura e uma faixa constante de rotação.
Importante notar que esse velho Benz já trazia, de forma elementar, todos os princípios dos motores de quatro tempos usados nos carros de hoje.
De cima do motor sai uma correia de couro que gira um eixo no meio do chassi. Desse eixo saem duas correntes (como as de moto) para as rodas.
Não há marchas, nem pedais de freio ou acelerador. Apenas uma alavanca do lado esquerdo do motorista: empurrada para a frente, ela estica a correia de couro e faz o motor tracionar o eixo — e o Patent-Motorwagen ganha velocidade. Puxada para trás, ela deixa o carro em ponto morto e freia. Ré não há, mas o Benz pode ser empurrado facilmente.
Vamos andar! "Tchaf-tchaf-tchaf..." e o Benz ganha velocidade com esforço. Tomado o embalo, vai muito bem — sua velocidade de cruzeiro é pouco maior que a de um maratonista... Só não exija do motor de 0,9 cv encarar uma subida. Por menos íngreme que seja a ladeira, o carro terá que ser empurrado.
Uma barra ligada a uma engrenagem vira a única roda da frente. A direção é levíssima, já que os pneus são fininhos e de borracha maciça. Molas macias no eixo traseiro e sob o banco ajudam no conforto. A uns 14 km/h, a brisa já refresca o motorista.
A maior surpresa é que dirigir o Benz de 1886 é muito mais simples do que conduzir um carro moderno. Foram 20 minutos de retas e "curvas radicais". Ao fim, um grande sorriso nos lábios e a dúvida: será que, no futuro, os veículos serão tão simples e inteligentes?
KARL BENZ - BERTHA BENZ
FICHA TÉCNICA - BENZ PATENT-MOTORWAGEN modelo 1886
ORIGEM: Alemanha
MOTOR: quatro tempos, um cilindro horizontal, refrigerado a água, 954 cm³, potência máxima de 0,9 cv (a 400 rpm)
TRANSMISSÃO: primária por correia e secundária por corrente. Tração traseira. Uma marcha à frente (sem ré)
SUSPENSÃO: dianteira, não existente. Traseira por molas elípticas
FREIOS: por correia de couro ligada ao eixo de transmissão
PNEUS: de borracha maciça
DIMENSÕES: comprimento: 2,70 m; largura: 1,40 m; altura: 1,45 m; entre-eixos: 1,45 m
PESO: 265 quilogramas
VELOCIDADE MÁXIMA: 16 km/h
ulher ao volante
Bertha Benz e a primeira viagem de automóvel
Desde que o francês Nicolas-Joseph Cugnot fez um desajeitado trator militar movido a vapor, em 1769, muita gente tentou criar um automóvel prático.
Quem conseguiu foi o engenheiro alemão Karl Friedrich Benz (1844-1929). Desde 1871, ele trabalhava com fundições na cidade de Mannheim, no sudoeste da Alemanha.
Com a ajuda da bela esposa Bertha Benz (1849-1944), montou uma empresa para a construção de motores de combustão interna: primeiro de dois tempos e, finalmente, de quatro tempos. Os negócios, contudo, iam mal.
Entusiasta das bicicletas e dos motores, Benz acabou inventando o automóvel... Sua mente genial bolou um chassi tubular, um sistema de tração e pronto — nasceu o Patent-Motorwagen.
O curioso é que, a menos de 100 km de distância e sem o conhecimento de Benz, outro alemão também avançava na criação do automóvel. Era Gottlieb Daimler. Só em 1926 é que as empresas se uniriam, formando a Daimler-Benz.
O primeiro exemplar do Benz Patent-Motorwagen, de 1886, hoje está no Deutsches Museum, em Munique. Depois, vieram aperfeiçoamentos, até que as vendas ao público enfim começassem, em 1888.
Na primeira viagem de automóvel, iniciada em 5 de agosto de 1888, era Bertha Benz quem estava ao volante... Pela manhã, sem falar nada ao marido, ela pegou dois de seus filhos adolescentes e dirigiu até a casa da mãe.
Foi um passeio de 106 quilômetros dirigindo o terceiro exemplar do Patent-Motorwagen produzido. Nesse caminho, farmacêuticos forneciam benzina para alimentar o motor e sapateiros ajudavam a arrumar os freios (de couro). Richard e Eugen, os dois pimpolhos Benz, ajudavam mamãe a empurrar o carro ladeiras acima.
A viagem deu grande publicidade à firma do casal Benz e, a partir daí, vieram grandes aperfeiçoamentos nos freios e na caixa de câmbio.
Fonte:Jason Vogel
Fotos: Marlos Ney Vidal
11/04/2012
Tupanciretã perde a voz forte, firme, companheira e apoiadora da comunidade de Tupanciretã
Radiodifusor Miguel Puretz Filho falece tragicamente
O radiodifusor Miguel Puretz Filho, 81 anos, faleceu às 16h da tarde desta quarta-feira,11, em sua propriedade rural na localidade do Abacatu,interior de Júlio de Castilhos. O diretor-proprietário das Rádios Tupã e Clube Um FM, sofreu um acidente de trabalho quando regulava a tomada de força de um trator que estava dentro de um galpão da sede da agropecuária. O trator desgovernado avançou em sua direção,ganhou força e o atropelou,passando por cima de seu corpo,provocando ferimentos no peito. A máquina agrícola desceu uma ladeira e foi parar somente quando bateu em uma árvore, há cerca de 50 metros.Perto do galpão,estava um peão que varria o pátio. Percebendo o acidente,correu e tentou reanimá-lo,mas sem sucesso.Imediatamente comunicou o fato por telefone à família,que se dirigiu ao local. A ambulância e a equipe do SAMU de Tupanciretã foram acionados,ao chegar, nada puderam fazer,seu Miguel já estava sem vida.
Um apaixonado pelo Rádio
Natural de Prudentópolis -Paraná, Miguel Puretz Filho era um apaixonado pelo rádio,com uma voz vibrante e dicção perfeita iniciou carreira na rádio Clube do Paraná, onde apresentou diversos programas e noticiosos.No final dos anos 50 veio para o Rio Grande do Sul, onde trabalhou nas Rádios Progresso e Repórter de Ijuí,Colonial de Três de Maio e Rádio Giruá.Em 1963, casou com Amélia Ghisleni em Ijuí com quem teve dois filhos: Miguel e Ana Rosa. Em 1975 adquiriu a Rádio Sociedade Tupanciretã Ltda, a partir daí,a radiodifusão de Tupanciretã sofreu uma evolução. Foram adquiridos novos equipamentos e transmissores e a emissora ganhou popularidade,respeito e audiência em toda a região.Por muitos anos apresentou o programa Variedades e nos últimos anos o programa Tupã Comunidade. Há cerca de 3 anos se afastou do dia-a-dia da administração das empresas ,mas permanecia no microfone através do programa Tupã Comunidade diariamente às 17h na Rádio Tupã e nos comerciais das duas emissoras. Neste período dedicou-se mais a sua propriedade rural no Abacatu. Mesmo assim,sua voz inconfundível fazia parte da programação das duas emissoras,em comerciais e esporadicamente nos programas jornalísticos. Miguel Puretz Filho completou 81 anos no último dia 18 de março.O corpo será velado na Capela Mortuária"A" do Hospital de Caridade Brazilina Terra ,em Tupanciretã.
Fonte: Rádio Tupan
Um apaixonado pelo Rádio
Natural de Prudentópolis -Paraná, Miguel Puretz Filho era um apaixonado pelo rádio,com uma voz vibrante e dicção perfeita iniciou carreira na rádio Clube do Paraná, onde apresentou diversos programas e noticiosos.No final dos anos 50 veio para o Rio Grande do Sul, onde trabalhou nas Rádios Progresso e Repórter de Ijuí,Colonial de Três de Maio e Rádio Giruá.Em 1963, casou com Amélia Ghisleni em Ijuí com quem teve dois filhos: Miguel e Ana Rosa. Em 1975 adquiriu a Rádio Sociedade Tupanciretã Ltda, a partir daí,a radiodifusão de Tupanciretã sofreu uma evolução. Foram adquiridos novos equipamentos e transmissores e a emissora ganhou popularidade,respeito e audiência em toda a região.Por muitos anos apresentou o programa Variedades e nos últimos anos o programa Tupã Comunidade. Há cerca de 3 anos se afastou do dia-a-dia da administração das empresas ,mas permanecia no microfone através do programa Tupã Comunidade diariamente às 17h na Rádio Tupã e nos comerciais das duas emissoras. Neste período dedicou-se mais a sua propriedade rural no Abacatu. Mesmo assim,sua voz inconfundível fazia parte da programação das duas emissoras,em comerciais e esporadicamente nos programas jornalísticos. Miguel Puretz Filho completou 81 anos no último dia 18 de março.O corpo será velado na Capela Mortuária"A" do Hospital de Caridade Brazilina Terra ,em Tupanciretã.
Fonte: Rádio Tupan
Assim começou
Local aonde funcionou a 1ª sede da Rádio neste local também era produzido o Jornal A Voz da Cidade
O prédio dos transmissores
A nova sede na Rua mais curta de Tupanciretã que leva o nome Otacilio Tupanciretã de Azevedo
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Ô DE CASA ! MEU TERNO CHEGOU NA SUA MORADA. É O CICLO NATALINO DO NASCIMENTO DE CRISTO ATÉ A CHEGADA DOS REIS MAGOS (06 DE JANEIRO). ...














































