10/01/2011

Um verdadeiro jipão

Verdade ou mentira mas está na net

    Parece coisa daquele antigo seriado Terra de Gigantes, mas o jipão da foto existe de verdade. Ele é uma reprodução em tamanho aumentado do Jeep Wrangler, feita com bastante cuidado com os detalhes.
   As fotos pintaram na Internet sem muitas informações, não dizem quem nem onde o carro foi montado. Também não falam porque.
    O certo é que, pelo tamanho do volante, ninguém vai conseguir guiar o monstro. Na galeria, dá para ver como ele foi construído – deve ter dado um trabalho e tanto! Fonte: http://www.autoboy.com.br/blog/







Nota do Carnaval de 1945 em Tupanciretã

    Muitos dizem QUE SAUDADE DAQUELES TEMPOS, então vamos as recordações:
     No dia 10 de fevereiro de 1945 o Jornal O Gaúcho que tinha como Diretor o Dr. Nilton Costa e Gerente Ary Ribeiro redigiram uma matéria com o titulo - Hoje, vai uma caravana a Julio de Castilhos,e, segunda-feira, uma para Cruz Alta, em resumo os Clubes Comerciais das 3 cidades - Tupã, Julio e Cruz Alta contratavam vagões de passageiros e deslocavam os foliões sócios para intercâmbio de cidades. Que bela história.


Modelo de vagão parecido com o da época
A imagem reflete os dias atuais de carnaval
Campanha da Italia 1944.1945   A Cobra está Fumando  para o Exercito e o Avestruz para FAB.

carnaval no Panamá em 1945
From the family collection.Uncle Ed shot color slide film in Panama during The War




Carnaval de Tupanciretã 2011 começa com escolha da Rainha e Princesas

    A Secretaria Municipal de Ind. Com e Turismo de Tupanciretã em conjunto com a liga dos Blocos Carnavalescos e Sociedades organizadas realizaram no ultimo sabado uma das 1a atividades de 2011 com a escolha das Rainha e Princesas, o juri que trabalhou no sábado desde cedo e teve o oportunidade de acompanhar as candidatas e suas charangas em desfile com carro aberto pelas ruas e avenidas da cidades.

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Jéssica Teles

A representante do Bloco Império do Samba, Andressa Carvalho, foi escolhida a Rainha Municipal do Carnaval de Tupanciretã 2011. Jéssica Teles, do Bloco Taí, foi escolhida primeira princesa e Cadja Santos, do Bloco Vira-copos, segunda princesa. Mais noticias do Carnaval de Tupanciretã no http://www.tupa.am.br/

07/01/2011

1 RECORD DO BLOG DO LUIS AFONSO COSTA

Encontre seus parentes em Tupanciretã

    Prezado internauta, voce que tem familia ou parentes em Tupanciretã, diga aonde mora ou morou que a Lagartus vai lá fotografa, conversa e publica neste blog.
    Vamos estrear o quadro EU EM TUPÃ

06/01/2011

Tupanciretã 06 de janeiro de 2011

Imagens atuais de Tupanciretã suas avenidas e ruas entre 13:30 e 15:00.
Av. Vaz Ferreira - próximo a residência dos Casarin
Av. Vaz Fereira - proximo Farmácia Guerra
Av. Vaz Ferreira - próximo Brigada Militar
Frente Igreja Matriz
Próximo ao Banrisul
Rua Antonio Silveira

Av. Rio Branco com as novas extremosas brancas
Av. Rio Branco próximo a rodoviária
Av. Presidente Vargas
O verde das lavouras de soja com um bom índice pluviométrico, chuvas esparsas

Historica e preservada propriedade dos Mello Mattos
Av. Rio Branco
Rua Antonio Silveira
Praça Cel. Lima
Rotula do Chimarrão

05/01/2011

Martim Pescador, o único que pode pescar sempre.



Martim-pescador-grande (Ceryle torquata) é uma espécie de martim-pescador natural da região do México até a chamada Terra do Fogo, no extremo sul da América. Tais aves chegam a medir até 42 cm de comprimento, possuindo a cabeça e dorso cinza-azulados, nuca e garganta brancas, partes inferiores castanhas. Também são conhecidas pelos nomes de ariramba-grande, caracaxá, cracaxá, martim-cachá, martim-cachaça, martim-grande e matraca. http://pt.wikipedia.org/wiki/Martim-pescador-grande


MARTIM-PESCADOR
Martim-pescador é o nome comum dado às aves pertencentes a uma família cujos integrantes possuem cabeça grande e bico longo e pontudo. Embora existam delas, em todo o mundo, cerca de 84 espécies, apenas algumas ocorrem no Brasil, das quais o martim-pescador-grande é a mais conhecida, não só pelo seu tamanho, já que é a maior da família alcedinidae no país, mas também pelo canto característico, repetido em intervalos e assemelhado ao som de uma matraca, instrumento formado de tábuas ou argolas móveis que se agitam para fazer barulho. Por isso, em algumas regiões é conhecido por esse nome (matraca), embora na Amazônia seja chamado de ariranha, ou de pica-peixe na linguagem vulgar de outros pontos do Brasil,

Encontradas do México à Terra do Fogo, no extremo sul do continente americano, essas aves alimentam-se basicamente de pequenos peixes, mas em períodos de chuva, quando a água torna-se turva e lhes dificulta a visualização, elas incluem em sua dieta insetos como abelhas, vespas e formigas aladas. Por isso vivem preferentemente às margens de rios e lagos, pousando em galhos de árvores à beira d’água, meio escondidos entre a vegetação, para de lá observar a presença de possíveis presas com tamanho entre 3 e 5,5cm, que capturam com o bico pontiagudo em vôos rápidos e certeiros. De outras vezes, o que é mais comum entre os martins-pescadores grandes, elas se mantém no ar, no mesmo lugar, pairando sobre as águas por breves instantes, para cair de súbito sobre a vítima desprevenida e prendê-la entre as maxilas, retornando a um poleiro em ramo próximo, onde provocará a morte do animal que apanhou batendo-o contra uma superfície dura. Depois o engole inteiro, de cabeça para baixo, regurgitando mais tarde as partes não digeridas.

O martim-pescador é representado no Brasil por algumas espécies, como o martinho (Chloroceryle aenea), o menor da família, também chamado martim-pescador-anão e ariramba-miudinho, que mede 12,5cm e alimenta-se de peixes e crustáceos; ou o martim-pescador-grande (espécie Megaceryle torquata), com 42cm, também chamado de ariramba-grande, flecha-peixe e matraca, um animal migratório que às vezes pode ser encontrado em zonas urbanas; e ainda o martim-pescador-pequeno (espécieChloroceryle americana) medindo em torno de 19cm e também chamado de ariramba-pequena, o mais comum no Brasil (tem 5 sub-espécies conhecidas), cujo habitat são os rios e lagos menores, onde faz vôos rasantes sobre a água seguindo as curvas do rio e as vezes percorrendo centenas de metros, mas adaptando-se a pequenos charcos tomados por aguapés e outras plantas aquáticas; o martim-pescador-pintado (espécie Ceryle inda), encontrado no Brasil em Mato Grosso, Goiás e litoral do Rio de Janeiro a Santa Catarina, com 20/22cm de comprimento, sendo conhecido em algumas regiões como martim-pescador-da-mata; e o martim-pescador-verde (espécieCeryle americana), que mede cerca de 29,5 cm de comprimento e às vezes defeca na água para atrair peixes, também chamado de ariramba-verde e martim-gravata.

A maioria dos martins-pescadores é monogâmica, vivendo em pares cujo território varia em tamanho, entre as espécies, conforme a abundância de alimento e disponibilidade de local para o ninho. Onde estes são escassos, algumas poucas espécies reproduzem em colônias livres e defendem apenas uma área imediatamente em torno do buraco do ninho. É conhecida a ocorrência de poligamia em pelo menos uma espécie: na Rússia, um macho da família Alcedo meninting, freqüentemente acasala com até três fêmeas. Embora sejam sedentárias algumas poucas espécies são migratórias ou parcialmente migratórias

Com um ano de idade a maioria dos martins-pescadores inicia a atividade de reprodução, que varia consideravelmente. Nas regiões temperadas ela ocorre durante a primavera e verão, mas nas tropicais isso pode acontecer durante o ano todo, sazonalmente ou durante o tempo de maior disponibilidade de alimento. A maior parte dos martins-pescadores tem uma ninhada por ano, embora,, em condições favoráveis, algumas espécies possam ter até quatro.

As aves que fazem seus ninhos em tocas têm a vantagem de manter os filhotes protegidos das intempéries. Elas geralmente vivem em rochedos ou em grande altitude, mas também utilizam cupinzeiros e até mesmo cavidades existentes em árvores, onde os buracos feitos por pica-paus, por exemplo, são facilmente utilizados. Se estes não estiverem disponíveis, elas escavam a madeira caso esta esteja suficientemente podre. No caso do martim-pescador, seu ninho é difícil de ser avistado, o que condiz com o comportamento esquivo e arredio da ave, mas, no entanto, o mau cheiro dos dejetos e das espinhas de peixe deixados ao longo do tempo por várias de suas ninhadas, pode denunciar a proximidade de um ninho.

No início da época de procriação, o casal de martins-pescadores passa cerca de duas semanas cavando o ninho no barranco do rio, fazendo isso com o bico e chutando a terra para trás, com as patas, construindo dessa forma um túnel ascendente de 75cm de comprimento, ou pouco mais, tendo no final uma câmara onde a fêmea bota de três a seis ovos cujo período de incubação varia de 19 a 21 dias. Mesmo quando ainda bem pequeninos cada filhote precisa comer um peixe pequeno por hora, o que importa em dizer que durante esse período de tempo os pais têm de pescar pelo menos seis peixes para a filharada, afora os seus. Com um mês de vida e prontos para deixar o ninho, os filhotes comem, individualmente, quatro peixes por hora, ou seja, 24 a 28 no total, razão pela qual não sobra tempo para os pais limparem o ninho, mesmo que queiram. Por isso eles ficam tão sujos de dejetos e regurgitações que, antes de recomeçarem a pesca, lavam-se no rio para as penas não grudarem e perderem a impermeabilidade natural.

Quando os filhotes estão prontos para deixar o ninho, o pai ensina-os a pescar, enquanto a fêmea inicia uma nova postura de ovos no mesmo ninho. Chegada a época em que a segunda ninhada está pronta para partir, o ninho está tão sujo que quase não há espaço para os pais entrarem.

Imagina-se que os martins-pescadores possuem uma vida relativamente longa, mas a longevidade e a taxa de sobrevivência são desconhecidas para a maioria das espécies. Entre as causas de sua mortalidade incluem-se os predadores de todos os tipos, e a colisão com estruturas feitas pelo homem, que ocorrem durante migrações noturnas.
Este texto também foi publicado em www.efecade.com.br, site do próprio autor. Visite-o e deixe a sua opinião.







EXÉRCITO BRASILEIRO DOA AO MUNICÍPIO DE TUPANCIRETÃ UM TANQUE DE GUERRA

M108 - Monumento Praça Pedro Osório - Tupanciretã/RS  O município de Tupanciretã recebeu a doação de um TANQUE DE GUERRA M108 que está expos...