18/07/2013

Batizado de Capoeira e trocas de cordel é realizado em Tupanciretã

A Capoeira Oxósse Internacional através do Grupo de Capoeira de Tupanciretã realizou mais um evento na Casa de Cultura Dr. José Mariano de Freitas Beck. A capoeira visa o esporte, lazer e educação das crianças, jovens e adultos de nossa cidade. A Lagartus Fotos que sempre tem apoiado este importante trabalho veja uma galeria de fotos e videos. Autorizo a imprensa usar as fotos com crédito das mesmas para LAGARTUS FOTOS.






















































































































































































17/07/2013

2 º ENCONTRO DE CARROS ANTIGOS EM TUPARENDI

2 º ENCONTRO DE CARROS ANTIGOS EM TUPARENDI

Neste domingo, dia 21 de julho de 2013, Por Ocasião da Festa do Colono e Motorista, da Igreja Evangélica de Tuparendi, Sera Realizado o 2 º Encontro de Carros Antigos los Tuparendi, Organizado Pelo Veteran Car Club Tuparendi / Porto Mauá.
Haverá Presença de Diversos Veículos da Região Que marcaram Época. A Exposição Será, realizada Pela Manhã e A Tarde, COM INICIO como 10 Horas, na rua defronte da Igreja Evangélica e da praça.
Localidade: Não haverá Cobrança de taxa de para Participar, Sera hum Encontro de confraternização Entre proprietários de Veículos de Ano de Fabricação ATÉ 1980.QUEM desejar Participar, Confirmação de Presença com OS coordenadores atraves dos e-mail: vilson.winkler @ gmail.com , felipekammer@hotmail.com UO Pelos fones: 9613 1158 (Vilson), 9976 3346 (Felipe) e 9699 2568 (Neri Netzel) .


45 ª Festa do Colono e Motorista DE TUPARENDI

Neste domingo, 21 de julho de 2013, a IECLB - Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, de Tuparendi, Comunidade Bom Pastor, estara Realizando uma SUA 45 ª Festa do Colono e Motorista.
A Maior festa e desfile da História ocorreram no Ano Passado, SENDO QUE desfilaram 348 Veículos e FORAM servidos 1.365 almoços. In 2011, haviam desfilado 316 Veículos e servidos 1.280 almoços.
A Programação dEste Ano Tera: Culto como 9 Horas, 10 Horas desfile de Veículos, Exposição de Carros Antigos defronte à Igreja / praça (Manhã e Tarde) Organizado Pelo Veteran Car Club Tuparendi / Porto Mauá , AO Meio-dia Almoço e Apresentação da APOS Banda Estrela Musical, como 15h30min reuniao dançante animada Pela Banda Choppão de e sorteio da Ação Entre Amigos.
Pará QUEM Só desejar Participar da reuniao dançante o clien Será, de R $ 10,00. O Preço do Almoço Será, R $ 15,00, SENDO QUE TODAS PESSOAS deverão trazer ósmio Pratos de e talheres. Os Condutores dos Veículos Que participarem faça desfile pagarão R $ 8,00 Pelo Almoço.


13/07/2013

Gasogênio em Tupanciretã em 1943

Gasogênio Kruel

Colaboração de José Antonio Brenner*

* autor de:
Os Cassel de Santa Maria - desde o Glantal - Ed. UFSM.
A Saga dos Niederauer - Ed. UFSM.
http://brennerdesantamaria.blogspot.com/

...Dario Kruel em Tupanciretã, em sua oficina mecânica, depois de uns três meses de aprofundados estudos e após experimentações em campo raso, teve coroados do maior êxito seus esforço no sentido de apresentar ao grande público, o mais aperfeiçoado modelo de aparelho para o acionamento de qualquer veículo auto-motorizado. 




Notícia publicada em A Razão (Santa Maria/RS), 11.4.1943, sobre a fabricação do "Gasogênio Kruel" por Dario Kruel, que tinha oficina mecânica em Tupanciretã.

Gasogênio é uma mistura de gases, obtida pela combustão incompleta de combustíveis sólidos, por exemplo, madeira e carvão. Foi inventado, na década de 1920, pelo francês Georges Imbert.

Durante a Segunda Guerra, foi usado na Alemanha devido à escassez de combustíveis.

No Brasil, nessa mesma época, não havendo importação do petróleo, houve racionamento de gasolina. Esta era destinada principalmente a táxis e veículos oficiais. O gasogênio tornou-se então a única opção para muitos veículos de passeio particulares. Seu uso era incentivado pelo governo.


http://familia-kruel.blogspot.com.br/2011/03/gasogenio-kruel.html

Coluna de Honório Lemes em uma das passagens em Tupanciretã

“- A minha observação estava certa: o inimigo tomara a direção por mim prevista. Tanto assim que, logo depois, ao alcançarmos São João-Mirim, caía como uma bomba o boato de que, em casa dali vizinha, se achava gravissimamente ferido um dos chefes da coluna de Honório Lemes. 
Foto tirada dentro da prefeitura de Alegrete após a cidade ser ocupada por Honório Lemes. Em primeiro plano os 9 irmãos Alves e a esquerda de H. Lemes o Dr. Alexandre e o Dr. Antero Marques. ( cortesia do Dr. Carlos Roberto Dias Roque- Mano Roque).

Não foi fácil conter a nossa gente e mantê-la em forma, ao se propalar nas fileiras essa noticia! É que, momentos atrás, todos tinham contemplado, à beira da Lagoa da Mortandade,
A alguns anos atrás me relataram uma situação neste local aonde encontraram munição, moedas e ..

 estendido e degolado, o cadáver do nosso infortunado soldadinho, como que reclamando represália! Consegui, não obstante, impor-me e fazer prevalecer as normas de disciplina e humanidade, que nortearam sempre a conduta dos nossos comandados: nenhuma vingança seria tomada.
Efetivamente, os revolucionários, confiantes em nossa nunca desmentida clemência, haviam deixado, em tratamento, na casa do Sr. Libindo Pereira Viana, o Tenente-Coronel Democratino Silveira e o Tenente Flores Trindade, ambos apresentando ferimentos de importância. Conhecia, do tempo em que dirigiu as construções dos torreões do haras Assis Brasil, no Itaiassu, o Sr. Democratino Silveira, moço afável, laborioso e de correto proceder. Ao penetrar no quarto da fazenda em que o hospitalizaram, achei-o deitado, enormemente pálido e com a barba preta crescida de meses.
Antes de o cumprimentar, as primeiras palavras que lhe dirigi foram estas: ”Então, amigo, é nesta situação que o venho encontrar?” Respondeu-me: ”Que quer, doutor, são ideias!”
Afirmei, incontinente, que tudo quanto podia fazer era garantir-lhe a vida!
Aspirou fortemente, dando-me a certeza de que, até ali, estava temeroso do que lhe podia advir. Negou-se com dignidade, a informar-me do rumo tomado pela coluna rebelde. O companheiro, porém, que estava deitado sobre um colchão, no assoalho, intervindo, disse: “Que sabe ele, doutor, se todos vão como maleta de louco!”
Tocando-lhe os pés, senti-os congelados. Interroguei-o sobre se já havia sido medicado. Respondeu-me negativamente e, levantando as cobertas, quis mostrar-me o terrível ferimento, pelo qual ainda sangrava.
Sabendo que o Tenente-Coronel Mallet dos Santos, também ferido gravemente, partira de automóvel para buscar recursos médicos em Tupanciretã, estranhei que o não tivesse acompanhado. Respondeu-me não lhe ter sido possível suportar os trancos e baques da viagem. Percebia-se, pela palidez, que perdera muito sangue e, pelas contorções, que continuava sofrendo intensas dores.
Acalmei-o com a promessa de que seria atendido e medicado pelo Dr. Aires Maciel, nosso medico, que vinha à retaguarda.
Havia dezessete anos que estivera naquela casa, quando da viagem por mim feita para ir visitar, em São Luiz, o meu saudoso e grande chefe, Senador Pinheiro Machado, de memoria refulgente e imortal.
Fora ali agasalhado e cercado de atenções inolvidáveis. O Sr. Libindo, casado em segunda núpcias, tinha aspecto de ser duas vezes mais velho que a esposa, jovem e bela. Davam a impressão, apesar da diferença de idade, de viveram tranquilos e felizes.
Almocei em companhia do casal, desalterei-me com uvas excelentes e até passei a cavalo pelos campos, onde o bom do velho Libindo mostrou-me os bezerros da primeira mestiçação do gado crioulo com o zebu. Sobressaía das demais a que denominaria Flor da Serra, uma novinha osca-oveira, produto daquele cruzamento.
Vinha, passados quase vinte anos, tornar a vê-los: ele, octogenário, e, ela, com os cabelos brancos como neve!
Acolheram-me como da outra feita, com satisfação e fidalguia, levando-me para o interior do lar abençoado, onde serviram-me, em grandes chávenas, café com leite, acompanhado de rico bolo e manteiga!
Refeição deliciosa. Repetia, sem nenhuma cerimonia, pois há mais de trinta horas nada comera.
Os bons velhinhos, ao mesmo tempo que me cumulavam de gentileza, lamentavam, incessantemente, as condições dolorosas em que, forçado, voltava a visita-los. Narraram-me os episódios dessa noite, quando Honório Lemes, Batista Luzardo e outros chefes, tão ou mais famintos que eu, ali chegaram para pedir-lhes alimentos: invadiram a casa até a cozinha e lá mesmo prepararam e comeram o que foram encontrando.
Manifestei-lhes toda a minha gratidão e, antes de partir, deixei por escrito ordens terminantes ao comandante da retaguarda para fazer respeitar a casa, seus moradores e os dois feridos nela em tratamento.
Esse documento foi achado, dentre os papéis do episódio daquele digno fazendeiro patrício, pelo doutor Pedro Pinto, médico em Tupanciretã e meu dedicado e prestimoso amigo.”

Apoio: Cap. Moisés Menezes

EXÉRCITO BRASILEIRO DOA AO MUNICÍPIO DE TUPANCIRETÃ UM TANQUE DE GUERRA

M108 - Monumento Praça Pedro Osório - Tupanciretã/RS  O município de Tupanciretã recebeu a doação de um TANQUE DE GUERRA M108 que está expos...