05/07/15

TUPANCIRETÃ HISTÓRICO - MAPA URBANO 1941 - DESTAQUE A 1ª ESTAÇÃO FÉRREA

Tupanciretã teve o seu 1º loteamos feito pela família Silveira na região, hoje Rua Antonio Silveira, que com a abertura da ferrovia no ano de 1894 a abertura de novos espaços foi em direção a, hoje, Av. Vaz Ferreira depois em direção a Charqueada, hoje Agropan e depois se estendeu até a região do Frigorifico.

Vejam a distribuição da cidade no ano de 1941 em um trabalho realizado por W.UNGTHUEM e observem a localização da CHARQUEADA, da 1ª ESTAÇÃO FÉRREA, da 1ª LINHA FÉRREA que passava aonde ,hoje, esta localizada a Câmara de vereadores.




A Rua Lourenço Gomes foi aberta em 1956, a área do Hospital fazia divisa com o Posto Zootécnico

 A área circulada em vermelho e com destaque em azul é hoje da CORSAN

Traçado em vermelho é hoje a nova linha férrea e a área da Charqueada é hoje da Agropan


 O detalhe em amarelo representa a nova linha férrea que foi inaugurada em 1944, que precisou desapropriar casas e terrenos e entre as casa uma parte da Casa Fenner tanto é verdade que o trilhos o primeiro viaduto fica ao lado do muro, um outro detalhe a salientar é o grande aterro que foi feito entre a passagem de trilhos na Rua Bento Gonçalves no Bairro do Gaúcho e Agencia dos Correios


04/07/15

TUPANCIRETÃ HISTÓRICO - ANOTAÇÃO DE COMPRA EM CADERNETA

   O século passado foi o auge da famosa " ANOTAÇÃO EM CADERNETA" das compras feitas em armazém, bolicho, bodega e até o mercado, mas em alguns pontos ainda se encontra esta prática de comercio sem fiador, sem cartão de crédito, sem nota promissória.
   Em Tupanciretã muito foi usada a caderneta no comercio como Casa Berao, Os Mardini, Cassimiro Fenner, Dona Cecilia e outras tanto como era no Armazém dos Aquino, vejam:
Registro de Olga Krebs, quando comprava no Armazem dos Aquino




TUPANCIRETÃ HISTÓRICO - IMPOSTOS

Imposto territorial recolhido para o Julio de Castilhos pelo munícipe Paulino Aquino dos Santos com propriedade no Distrito de Tupaceretan 

1º - 1910

2º - 1918 ou seja 10 anos antes da emancipação do atual município de Tupanciretã


TUPANCIRETÃ HISTÓRICO - SELO DE TRIBUTOS

O pagamento de impostos federais, estaduais e municipais com selos que eram impressos em cores e valores diferentes, vejam documentos emitidos em Tupanciretã nos anos 30 do século passado logo abaixo a este texto




A Incidência 
Impostos. Eles estão por toda a parte, presentes em praticamente todas as atividades do homem. No mundo contemporâneo há incidência de impostos sobre as mais variadas práticas no cotidiano do homem: existe um imposto para ascender à luz, para comprar um imóvel, para dirigir um carro, para abastecer esse mesmo carro de combustível, para jogar fora o lixo residencial, para falar ao telefone, para o trabalhador receber seu salário, para comprar alimentos, etc. 

Especialistas em economia entendem os impostos como um mal necessário que, na verdade, sempre esteve presente na história da humanidade. De fato, não disseram nenhuma inverdade, pois já nos tempos bíblicos encontramos relatos da prática ou cobrança de impostos. 

Exemplos da História 
O ano de 926 a.C., na Palestina, marcou o fim do império de Davi e Salomão, e marcou também o fim da possibilidade de Israel tornar-se uma grande potência. Com a morte de Salomão, o domínio então passou a ser ocupado por dois reinados: Judá ao sul, e Israel, ao norte, deixando grandes heranças aos israelitas que, por outro lado, não souberam fazer outra coisa a não ser disputar o poder com tribos rivais. Roboão, herdeiro direto ao trono, foi o principal personagem da grande decadência de Israel. Assim que assumiu o governo, Roboão concentrou suas forças e poderes para aumentar a cobrança do jugo, castigando ainda mais o povo que já vinha sofrendo duras conseqüências do reino anterior comandado pelo pai de Roboão. 

Toda e qualquer orientação dos sacerdotes com respeito às atitudes impiedosas e absurdas foram desprezadas por Roboão. Naquela época quem resistia à cobrança de impostos sofria covardes castigos corporais. Este comportamento trouxe a desintegração do país, que mais tarde decaiu-se em sucessivas guerras – conhecendo seu fim efetivo no ano de 721 a.C., quando então foram derrotados pelos Assírios. 

No Egito de Cleópatra, por exemplo, os impostos incidentes sobre o comércio de Pófiro (uma espécie de pedra preciosa de grande beleza) eram fundamentais para assegurar todo luxo e conforto do palácio da jovem rainha. Na Roma antiga, impostos e tributos garantiam toda riqueza e opulência presentes na vida dos Césares. No mundo medieval – período tido como carregado de trevas e marcado por pensamentos negativos – o sistema feudal mostrou que a história não era bem assim, pois o feudalismo proporcionou prosperidade econômica contando com inovações agrícolas, é verdade, mas também contou com pesados impostos. Para o historiador Georges Dyuby, a exploração aplicada pelos impostos nesta época era proporcional ao índice de prosperidade da comunidade, gerando não raro, grandes revoltas populares. 

O rei da Espanha, Carlos I, também intitulado como Carlos V, após ser eleito imperador do Sacro Império Romano, costumeiramente recorria ao patrocínio financeiro de banqueiros poderosos como Jacob Fugger, homem tido como mais rico da Europa do século XVI. O imperador utilizava destes recursos para financiar seus interesses pessoais e, sobretudo políticos. Carlos V, o homem mais poderoso da Europa, era habilidoso em lançar e cobrar impostos do povo europeu. Toda sorte de requintes disponíveis aos imperadores eram sustentados pela cobrança de impostos. 

Mais próximos de nós, os reis portugueses – com uma política ineficiente e uma precária estrutura tributária, incapaz de gerarem receitas – investiram seus esforços em monopólios régios como do açúcar e pau-brasil. 

Na Rússia de 1708, sob o reinado de Pedro, o Grande, ocorreram casos inusitados quanto à cobrança de impostos. Pedro elaborou um plano estratégico para a criação de novos impostos. Seu plano envolvia a contratação de Alexis Kurbatov, pessoa que já havia despertado a atenção de Pedro quando idealizou o que mais tarde seria chamado de “imposto do selo”. Pedro foi bem sucedido em seu plano de arquitetar novas maneiras de tributar a população, pois em seu governo desenvolveram-se as mais diversificadas e inusitadas formas de tributar as atividades humanas. Havia um imposto para tomar banho; um imposto sobre barba, seguido por outro imposto sobre o bigode; cavalos também eram tributados; havia ainda um imposto para o casamento; um imposto sobre chapéu e uso de botas; para funerais; para elaboração de testamentos, dentre tantos outros.
Fonte: http://www.historianet.com.br/

Documento emitido pela Firma Pero Bay &amp e Cia referente a pagamento de obra realizada para  Ernesto Aquino 
Verde: 1.000 Réis  para Thesouro Nacional  e vermelho 200 Reis para Educação e saúde

 Recibo de transferência Bancária feita de Tupaceretan para São Borja através do correspondente do Banco do Comércio de Porto Alegre em nome da firma Pedro Osório, Abreu  e Cia - Charqueada

Registro de marca em nome do Sr. Agostinho do Nascimento e Silva selado no Rio de Janeiro para Julio de Castilhos em 9/08/1917


Certidão para MARCA DE ANIMAIS emitido para Agostinho do Nascimento e Silva em Tupaceretan em 13/2/1935 - aonde o selo verde de 1.000 Réis é imposto de caridade e o vermelho de 200 Réis e imposto de Educação e saúde




03/07/15

Bruna Viola é o maior sucesso atual na musica caipira do Brasil

Bruna Viola é uma cantora, compositora e violeira de música popular brasileira. Bruna Viola é hoje a revelação no segmento viola caipira,fazendo assim as melhores interpretações da música popular, levada para todo o país. Nascida em Cuiabá – MT cresceu na fazenda de seu avô onde aprendeu a gostar do estilo “caipira” desde pequena, pegando muito gosto por quem vinha ser o seu maior ídolo “Tião Carreiro” da dupla “Tião Carreiro e Pardinho” onde se espelhou, tornando-se assim umas das mais belas e talentosas violeira do Brasil. Mudou-se para Ribeirão Preto-SP no início do ano de 2014 onde oferecia maior suporte para sua carreira. Morando hoje em Ribeirão Preto – SP a onde faz diversos shows com sua banda pela região e estados vizinhos. 
Fonte: https://www.google.com.br/#q=bruna+viola+wikipedia

http://www.brunaviola.com.br/






JARI HISTÓRICO - PRAÇA CENTRAL

Hoje o município de Jarí, que se emancipou de Tupanciretã em outubro de 1995, sendo um distrito com pujança em destaque as pequenas propriedades. Tem como Lema " Terra de lutas e conquistas", no governo do Ex- Prefeito João Hohemberger de Oliveira foi construída a Praça Central que leva o nome de Dr. Volmar Mendonça.

Olhem esta preciosidade desenhada nos anos 40 sem autoria, apenas identifica que foi produzida para "Jarí" 


02/07/15

MIGUEL PURETZ NETO, foi entrevistado pelo Jornal A Voz do Jarí e comenta a satisfação em conhecer a Super Rádio Tupy do Rio


Entrevista para Edição 908 do Jornal Semanal impresso  A voz do Jari de 03 e 04/07/2015



VJ - Miguel Puretz Neto é formado em Administração. Mas, seguindo os passos do seu pai, o inesquecível radialista, Miguel Puretz Filho, voltou-se ao rádio.  Há quantos anos você trabalha na área de comunicação, isto é, nas Rádios Tupã  AM e Clube Um FM?
MIGUEL - Eu sempre estive ligado ao rádio. Antes de minha família adquirir a rádio Tupã, eu acompanhava o meu pai que atuava na Rádio Colonial de Três de Maio. Quando adquirimos a Rádio Tupã, em 1975, eu continuei acompanhando o pai e cresci dentro da rádio. Antes de ir a Santa Maria para cursar Administração pela UFSM, em 1982, estive sempre junto da rádio.
Ao me formar em 1986, voltei a Tupanciretã e passei a atuar diariamente na emissora. Gradativamente fui ocupando a programação e a direção da emissora. Oficialmente estou ligado a rádio Tupã desde 1979, mas praticamente cresci dentro de uma emissora de rádio.

VJ - Rádio. O que representa pra você?
MIGUEL - É um fantástico meio de comunicação de massa que, ao mesmo tempo criou uma identidade nacional com as emissoras nacionais e uma forte ligação local com as emissoras de cada cidade.
O Brasil tem uma forte ligação com o meio rádio, pois como diz nossa vinheta, “Brasileiro não vive sem rádio”. E Tupanciretã não é diferente.
Apesar de ser considerado o avô dos meios eletrônicos de comunicação, o rádio se renova a cada momento e se mantem atual.
Para mim o rádio representa um fantástico meio de comunicação onde passam informações, desenvolvimento, entretenimento, cultura, democracia, liberdade, enfim, tudo o que uma sociedade moderna deve oferecer aos seus integrantes. Uma boa emissora de rádio deve  ser o elo de ligação entre os que compartilham da sua programação.
Por ser um meio que oferece gratuitamente sua programação, é extremamente democrático sendo acessível a todos.
Hoje, além das ondas hertzianas do rádio tradicional, as rádios oferecem outras plataformas. As rádios Tupã e Clube Um estão disponíveis no rádio tradicional, no site, facebook, twitter, e aplicativos para smartphones e tablets. Não somos mais somente sons ao vivo. Conteúdos como áudio, textos e imagens ficam disponíveis para serem vistos e ouvidos a qualquer instante nos nossos sites.
Portanto, o rádio representa para mim uma ótima ferramenta para agregar e desenvolver uma sociedade.

VJ - Quais foram os momentos mais marcantes da sua carreira profissional? Por quê?
MIGUEL - São vários e diferentes momentos que marcam minha trajetória no rádio. O momento em que assumi o comando do programa “Variedades” e o então “1753 Atendendo ao Ouvinte” foi o início da minha profissão de locutor. Sem ter muita experiência de microfone, foi um desafio grande substituir o meu pai no comando do programa de maior audiência da emissora.
Tivemos também muitas transmissões externas desafiadoras que realizamos com muito sucesso como as coberturas das edições do festival musical “Semeadura da Canção Nativa” em que permanecíamos no ar, ao vivo do ginásio, por mais de oito horas pois começávamos as transmissões do local por volta das 18h e íamos até por volta das 2 horas da madrugada seguinte.
Entrarmos no mundo digital também foi um desafio grande que comecei no final dos anos 80 quando adquirimos o primeiro computador para a parte administrativa.
Poucos meses depois, ainda pagando parcelas deste primeiro PC, fui a um congresso onde ouvi que no futuro teríamos computador da recepção até o transmissor. Foi assustador saber que, mal podendo pagar um equipamento, teríamos que nos preparar para adquirir muitos outros. Foi o caminho que seguimos. E fomos uma das primeiras emissoras do interior a informatizar os estúdios.

VJ -  Da convivência profissional com o seu pai, o que você leva pra vida? E do constante e importante trabalho da sua mãe, Amélia Puretz, que, com muita dedicação, está frente a essa grande empresa?
MIGUEL - O meu pai foi um mestre da comunicação que atuava em todos os setores de uma emissora de rádio com perfeição. Ele deixou muitas lições, mas profissionalmente, a maior delas é, quando você for fazer algo, que o faça da melhor maneira possível. Desde a gestão empresarial à qualidade técnica. Todos os aspectos da emissora eram feitos por ele com o máximo de cuidado, não importando o quão relevante seria aquela tarefa.
Apesar dos muitos anos de experiência, quando ele ia fazer um programa, sempre se preparava antes revendo o conteúdo que iria levar ao ar. Ao elaborar um texto de um noticiário, um comercial para um cliente sempre buscava uma forma de elaborar um texto claro, preciso e, se possível, com ineditismo.
Já sobre a pessoa do meu pai, posso dizer que era um homem que atendia a todos com cordialidade, atenção e simpatia. Dono de uma vasta cultura usava seus conhecimentos para entender os demais e facilitar o seu relacionamento com estes. Uma das coisas que mais lhe indignava era a arrogância ou a brutalidade no trato com os demais.
A Dona Amélia, como a chamamos na rádio, sempre foi e continua sendo a certeza de que tudo transcorre de forma correta e ética no setor financeiro e de pessoal das rádios Tupã e Clube Um, além de uma observadora muito atenta do conteúdo da programação das emissoras. É uma segurança ter ela junto na gestão das rádios. É para todos nós uma grande mãezona.

VJ - Na sua ótica, hoje, quais são os maiores desafios enfrentados pela Imprensa falada e escrita?
MIGUEL - A imprensa, como um órgão de comunicação que exerce o jornalismo veiculando informações e formando opiniões, tem um eterno desafio de levar a informação de forma livre, e para isto, precisa ter independência financeira e administrativa. A informação veiculada pela imprensa deve ser responsável e equilibrada para obter o reconhecimento de quem recebe a informação e possibilitar a este que ele forme a sua opinião.
Muitos órgãos de imprensa estão tendo dificuldade de manter-se financeiramente, pois a internet possibilitou que as pessoas tenham acesso a muitas fontes de informação fornecendo conteúdo “gratuitamente”. Muitas vezes estes fornecedores “gratuitos” são mantidos por pessoas, entidades ou órgãos que tem interesse em divulgar informações que lhe agradam e formar opinião favorável a fatos que lhe interessam. Hoje, cada vez mais, é preciso estar atento a fonte de onde vem a informação para que você receba ela de forma correta e saiba filtrar a boa e a má informação.

VJ -  Relate alguns momentos marcantes da sua viagem ao Rio de Janeiro, onde você teve a oportunidade de se encontrar com Clóvis Monteiro-Locutor da Rádio Tupi do Rio de Janeiro que, inclusive, rememoraram momentos de saudades, focando parte de um aprendizado na Rádio Tupã.
MIGUEL - Esta oportunidade de ir ao Rio de Janeiro surgiu pelo fato de minha esposa, Bioquímica Fátima Peres Puretz, participar, pelo Laboratório Hemolab, de um Congresso Nacional de Análises Clinicas. Para aproveitar a estada por lá, solicitei a um amigo, Dr. Ary Cauduro dos Santos, presidente do Sindirádio e da Fenaert, que visse a possibilidade de uma visita técnica a rádio Tupi. Foi agendado para eu ser recebido pelo Sr. Ricardo Henrique, diretor da Tupi às 11 horas de segunda-feira, dia 22/06. Como o trânsito no Rio de Janeiro é caótico e eu estava longe da sede da rádio, resolvi ir cedo para não me atrasar. Excepcionalmente naquela manhã o trânsito estava muito tranquilo e cheguei cedo a sede da emissora.
Como o diretor estava ainda ocupado, um funcionário da emissora me levou para conhecer as instalações.
Durante a visita encontrei o Sr. Clovis Monteiro, que eu sabia ser do Sul e disse a ele que levava um abraço de um colaborador nosso, Sr. Carlos Szilaqui, técnico das rádios Tupã e Clube Um, uma vez que este tinha sido colega dele em Passo Fundo. Quando me apresentei e disse que era de Tupanciretã, ele disse que eu traria um abraço dele a um tupanciretanense que lhe havia marcado muito em sua vida. Mostrando para mim o seu livro, falou do seu primeiro guru no rádio, o Pedro Brum Santos que havia lhe passado alguns ensinamentos básicos de um bom comunicador. Fiquei muito emocionado ao ler no livro os ensinamentos que meu pai havia passado ao Pedro Brum Santos quando este foi nosso colega na rádio Tupã.
Ainda emocionado com estas informações e impressionado com as instalações das rádios Tupi (AM e FM) e Nativa (FM), fui cumprimentar o diretor para lhe agradecer pela atenção, pensando em apenas trocar comprimentos e ir embora, visto que já havia visitado as instalações da emissora. Mas a conversa entre pessoas que gostam do que fazem, faz com que não se perceba o tempo e acabamos conversando por mais de hora.
Nestas alturas entrou na conversa o Sr. Marcus Di Giacomo, diretor artístico da rádio Tupi, este também um gaúcho de Santa Maria. Acabamos indo almoçar juntos, voltamos para emissora e conversamos até por volta das 17h.
Ao me despedir, fui novamente surpreendido com o convite para acompanhar na manhã seguinte o programa do Clovis Monteiro, que há anos é líder de audiência no Rio de Janeiro.
No outro dia, lá estava eu novamente nos estúdios da Tupi, desta vez na bancada da locução e produção do programa que vai ao ar de segunda a sábado das 06h às 09h com um ritmo impressionante. É realmente um Show da Manhã. Não é à toa que a rádio Tupi lidera a audiência do rádio carioca concorrendo com mais de 40 emissoras, algumas delas com grupos de comunicação muito fortes como o Sistema Globo de Comunicação com a Rede Globo, Rádio Globo, CBN, Jornal O Globo. É preciso lembrar que a Tupi é somente rádio, e nada mais. Além da competência profissional, mais uma vez ficou comprovado o ensinamento de meu pai de que quando você for fazer algo, faça da melhor maneira possível, independente da importância que isso no momento aparentar. A paixão com que os profissionais da Tupi fazem o rádio, aliado ao melhor da tecnologia, explica o sucesso desta emissora que congrega a experiência de profissionais como Apolo, Garotinho, Gerson e muitos garotos e garotas que dão uma nova cara à programação.

VJ -   Como se fazer imprensa com ética, responsabilidade, segurança e imparcialidade num dos momentos mais conflitantes da realidade brasileira, sem se corromper?
MIGUEL - Na realidade que vivemos, é preciso que a empresa que for mantenedora de um órgão de imprensa tenha independência financeira e faça um trabalho correto. tendo o que você citou na pergunta: ética, responsabilidade e imparcialidade.
A imprensa é um dos pilares da democracia, mas ela tem que se ater ao seu papel de bem informar para que a sociedade faça o seu julgamento e forme sua opinião.
Para que tenha segurança no que faz, a imprensa deve ter o cuidado de checar todos os aspectos que dão origem a informação e veicular esta de forma clara a quem o conteúdo chegar.
A imprensa brasileira está fazendo um importante papel ao dar conhecimento à sociedade do Brasil de muitas ações criminosas que ocorrem em nosso meio, sejam elas de marginais, empresários ou políticos que agem criminosamente.
É um caminho sem volta, pois a sociedade não vai mais aceitar que crimes aconteçam em qualquer nível da sociedade, e não sejam devidamente punidos.

VJ - Como imprensa, qual o seu maior sonho?
MIGUEL - Que tenhamos uma sociedade equilibrada e justa a ponto de causar surpresa a veiculação de um ato criminoso envolvendo pessoas públicas ou proeminentes da sociedade.


Dados e imagens:

Clóvis Monteiro - "A melhor voz do Rio de Janeiro"

" Um Show de programa"

Pedro Brum Santos - Ex- radialista da Rádio Tupã, hoje escritor, poeta e professor da UFSM

Visita à Rádio Tupy




Recordando o bons tempo na Coxilha Bonita escutando a Rádio Tupy junto ao Paí Afonso, dos manos Selvagem e Paulinho e da Mãe Onira:



As noites de verão na Coxilha Bonita ao lado do único rádio " Teleunião" com 6 pilhas grandes e uma antena externa alta com 10 metros de comprimento. Ouvíamos a noite a "Turma da Maré mansa" 












Rotary Club de Tupanciretã elege a nova diretoria para 2015-2016

Em noite festiva do dia 01/07 o Rotary Club de Tupanciretã dá posse a companheira Evany Barcelos Dautartas para gestão ano 2015 - 2016




Paí, uma saudade eterna!


01/07/15

Rotary Club de Tupanciretã "Mãe de Deus" empossa nova diretoria para ano Rotário 2015 - 2016


   O presidente eleito K.R. " Ravi " Ravindran anuncia seu lema presidencial de 2015-16 ,
                                           Seja um presente ao mundo

                   Rotary O presidente eleito K.R. " Ravi " Ravindran e sua esposa, VanathyConhecendo o Presidente do Rotary Internacional






PRESIDENTE, 2015-16
ROTARY CLUB DE COLOMBO
SRI LANKA


K.R. Ravindran é CEO e fundador da Printcare PLC
, uma empresa de serviços de gráfica, embalagens e consultoria em mídia digital que tem fábricas no Sri Lanka e na Índia. A Printcare fornece as embalagens dos sachês de chá para as maiores empresas do ramo no mundo, tendo recebido diversos prêmios por excelência. Ravi já foi palestrante convidado em diversos fóruns internacionais sobre gráfica e embalagens.

Ravi faz parte da diretoria de várias companhias e trustes com fins caritativos e é presidente fundador da Associação de Combate a Narcóticos do Sri Lanka, entidade patrocinada pelo Rotary. Durante a guerra civil no país, ele participou de diversos esforços empresariais para encontrar uma solução pacífica para o conflito e foi palestrante da conferência sobre paz realizada pela ONU, em 2002.

Rotariano desde os 21 anos de idade, Ravi já serviu como diretor e tesoureiro do Rotary e curador da Fundação Rotária.

Como presidente da Comissão Pólio Plus do Sri Lanka, ele liderou uma força-tarefa conjunta do seu país, do Unicef e do Rotary, e ajudou a negociar tréguas com militantes do norte para a realização dos Dias Nacionais de Imunização. O último caso de pólio reportado no Sri Lanka foi em 1994.

Ravi também liderou o projeto Schools Reawakening do Distrito 3220, que arrecadou $12 milhões para a reconstrução de mais de 20 escolas devastadas pelo tsunami de 2004, beneficiando 14.000 estudantes. Além disso, ele continua envolvido com o projeto do seu clube para construir um centro de prevenção e diagnóstico do câncer no Sri Lanka, o qual será o único a oferecer estes tipos de serviços no país.

Ravi foi reconhecido pela Fundação Rotária com a Menção por Serviços Meritórios, o Prêmio por Serviços Eminentes, e o Prêmio por Atuação em Prol de um Mundo Livre da Pólio.

Ele e sua esposa, Vanathy, são casados desde 1975 e têm dois filhos e um neto recém-nascido.


    Sergeants-at-arms take the stage on 22 January to be recognized for their work at the 2015 International Assembly. (Sargento de Armas)
    Foto: Rotary International/Monika Lozinska







DISTRITO 4660
GOVERNADOR ELEITO
Gelso Luiz De Carli
Empresario Carazinhense





ROTARY CLUB DE TUPANCIRETÃ MÃE DE DEUS
Carla Chelotti
Presidente 2015 - 2016
Juliana Balzan e Carla Chelotti Ceolin

    Em evento realizado na casa Rotariana foi empossada a nova Presidente do Rotary Club de Tupanciretã "Mãe de Deus" a companheira Carla Chelotti Ceolin que recebeu a Gestão da companheira Juliana Schio Balzan.

Galeria Lagartus

















































Loading...

Notícias da net

Loading...