21/04/2012

57ª EXPOTUPÃ e 8ª EXPOCULTURA tem evento lançado

    O Sindicato Rural de Tupanciretã, Jarí e Quevedos com apoio da Prefeitura Municipal de TupanciretãCâmara Municipal de Vereadores,  com patrocínio do SICREDI, Multirural, Agropecuária São Diogo, Inducalca Agrofel e suporte Sistema Farsul,  Associação Raul Bopp, Produtoras Rurais - Programa Respira Tupã, NCCQuarto de Milha, NCCT Cavalos Crioulos, Rotaract e Interact Clubs realizam de 23 a 27 de maio o maior evento do agronegócio de Tupanciretã e região. A noite do dia 20/04 foi marcada com o lançamento deste evento em um jantar com a presença das lideranças Sindicais representada pelo presidente Hilton Bomfilho Balzan, Pedro Luiz Herter representando a FARSUL, Dr. Luiz Adolfo Bitencourt Dias - Prefeito, Ver. Valdomiro Moura - Câmara Vereadores, que culminou com a presentação das peças publicitárias, apoiadores e patrocinadores e os shows para este dias, a Lagartus Fotos esteve neste evento e destaca:








Galeria especial do evento quando do lançamento desta edição no Restaurante do Parque
























19/04/2012

Tupanciretã da vila a emancipação

   A história de uma cidade sempre passa por uma localidade, um vilarejo, uma vila e assim foi Tupanciretã que antes era chamada de "Tupaceretan". Através da Lagartus Historico vamos associar as imagens existentes com a nossa história contada em livro escritos por Manoelito de Ornellas, Raul Bopp, Moises Menezes entre outros.


















O lugar mais quente do planeta

    RIO - Nem no Rio de Janeiro, como gostamos de pensar, nem no Saara, como sugere a marchinha de carnaval. O lugar mais quente da Terra é o Deserto de Lut, no Irã, onde a temperatura chegou a 70,7 graus Celsius em 2005, segundo medições da Nasa, divulgadas ontem por uma equipe da Universidade de Montana, nos Estados Unidos. Localizado no leste do Irã, o Lut conta com uma paisagem árida repleta de grandes colinas de fragmentos de rocha esculpidas pelo vento. Sem aparelhos de ar condicionado ou qualquer proteção, um ser humano não resistiria por um dia àquele ambiente.
    Foi pensando nessa limitação que o ecologista Steven Running resolveu desenvolver o estudo, que será publicado pela "Journal of Geophysical Research". O pesquisador lembra que há, distribuídas pelo planeta, 11.119 estações cadastradas na Organização Meteorológica Mundial (OMM). Isso equivale a apenas um ponto de temperatura monitorada a cada 13 mil quilômetros quadrados de superfície terrestre. Fica evidente, portanto, a existência de regiões tão remotas que são ignoradas por aquela instituição.
- Os desertos quentes do planeta, como o Saara, Gobi (entre China e Mongólia) e Sonora (EUA e México) são climaticamente rigorosos demais, e o acesso é tão remoto que uma medição de rotina da temperatura, ou a manutenção de uma estação, são impraticáveis - explica Running. - A maioria desses pontos é ignorada por equipamentos instalados em solo. Os satélites, porém, nos dão uma visão contínua da superfície, permitindo uma observação igual tanto destas áreas quanto de outras mais alcançáveis.
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Imagem do deserto de Lut feita por satélite da Nasa em 1999 nas cores naturais.(Divulgação Nasa)
    Imagem do deserto de Lut feita com câmera de infravermelho, os locais mais claros a supefície registrava 70°C.(Divulgação …
    Hemisfério Sul menosprezado
    Running usou um dispositivo em dois satélites: o Terra, lançado em 1999, e o Aqua, no espaço desde 2002. Conhecido como Modis, este instrumento passa diariamente por toda a superfície da Terra e pode detectar a energia infravermelha ali emitida. Assim, pode calcular as temperaturas e "preencher as lacunas" entre as estações meteorológicas.
    A equipe americana fez as medições por sete anos, a partir de 2003; em cinco deles, o Deserto de Lut foi o que registrou temperaturas mais altas. As exceções foram 2003, quando o título ficou para a província de Queensland, no norte da Austrália (com 69,3º C) e 2008, período em que venceram os 66,8º C da Bacia de Turfan, na China.
   A influência da cobertura vegetal sobre as medições ainda deve ser avaliada, segundo o estudo; por isso florestas como a do Congo podem não ter marcado presença entre os locais mais cálidos do planeta. No entanto, com o desmatamento à toda em diversas regiões tropicais, aliado a mudanças climáticas e à intensificação de eventos extremos, é provável que Lut, Queensland e Turfan tenham mais concorrentes nas próximas décadas.
   Ex-chefe da Divisão de Satélites do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe, Carlos Frederico de Angelis acredita que o levantamento da Universidade de Montana pode ter minimizado a quentura de alguns endereços do Hemisfério Sul.
- Essa distribuição dos locais mais quentes deve ser mais homogênea - avalia o cientista, agora coordenador-geral de operações do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). - É fato que o nível de observação dos satélites é muito reduzido no Hemisfério Sul. A maioria dos países desenvolvidos, que tem condições financeiras e interesse para desenvolver pesquisas, está no Norte. Além disso, há muito mais terras naquele hemisfério do que no nosso.
    Para a bióloga Ana Elisa Silva, também do Cemaden, temperaturas como a registradas pelo estudo "não são viáveis para a vida humana".
- Há micro-organismos que se desenvolvem em locais extremos. Alguns fungos, por exemplo, conseguem se viver a mais de 100 graus Celsius - destaca. - Nosso corpo tem mecanismos para manter a temperatura interna, que é de 36 graus, mas ele não conseguiria se ajustar naturalmente, sem recorrer a qualquer recurso, a uma condição tão radical.
Ana Elisa ressalta que há pessoas "que conseguem um controle do corpo incomum" para se adequar a ambientes inóspitos, mas tratam-se de exceções. Algumas estranham mesmo temperaturas bem mais amenas - a de um verão carioca, por exemplo.
- Já estive no Rio e aproveitei bastante, mas estava muito calor para mim, uma pessoa que vive em um local onde neva - admite Running.


Fonte: Yahoo noticias

Mais imagem do deserto nesta semana



18/04/2012

A USP SÃO PAULO REALIZA O PRIMEIRO WORKSHOP SOBRE O LIVRO SIGNIFICADOS DA PAISAGEM TEMPO E GEOGRAFIA NA CONSTRUÇÃO DA PESSOA

        Sexta-feira próxima, dia 20 de abril, realiza-se o primeiro workshop do livro SIGNIFICADOS DA PAISAGEM, de Victor Aquino. O evento acontecerá entre 17 e 19 horas na sala 3 do CRP, prédio 3 da ECA-USP, na cidade Universitária, em São Paulo, Capital. Contará com a participação de Victor Aquino, Sergio Bairon, Bernardo Issler e Mario Jorge Pires. Tem como objetivo discutir o contexto de biografias de pessoas simples que se cruzam na formação territorial da região da campanha no Rio Grande do Sul, como a construção da identidade dessa região e das pessoas que a integravam. O livro, lançado em janeiro de 2012, celebra o centenário de nascimento do fotógrafo gaúcho Francisco de Sales Marques Corrêa (1º Fotografo de Tupanciretã) desaparecido em 1982, que deixou imagens de pessoas, paisagens e panoramas diversos, colhidas principalmente na região em foco.        O workshop é gratuito e conferirá certificado de participação a quem se inscrever no dia, trinta minutos antes do início, no próprio local. 
     Em Maio acontece o segundo workshop com a presença em São Paulo do Tupanciretanense Luis Afonso Costa proferindo aos convidados e estudantes da USP uma palestra da sua experiencia bem sucedida do seu blog com relatos das imagens e fatos históricos de Tupanciretã.

Francisco de Sales Marques Corrêa

Hoje, Rua Carlos Mariense de Abreu, o terreno baldio que aparece em frete a casa, hoje, é ocupado pela sede do Branco Brasil 






3º ENCONTRO DA FAMÍLIA LICHT ACONTECE EM TUPANCIRETÃ DIA 21/04/2012

    
Família Licht Para confraternizar e comemorar os 184 anos de chegada da família ao Brasil, acontecerá um almoço, dia 21 de abril de 2012 na sede da Sociedade Recreativa Saca Rolhas de Tupanciretã - RS
  É um encontro estadual, no entanto são esperados e benvindos visitantes de qualquer lugar do país e do mundo com destaque a Alemanha


     A FAMÍLIA LICHT chegou ao Brasil, no Rio de Janeiro, em 1828, a bordo da fragata Olbers, com 874 passageiros, entre eles a família de imigrantes alemães, hoje com inúmeros descendentes residindo em Tupanciretã.

    Um dos nomes com destaque em Tupanciretã foi Felipe Amancio Licht filho de Joann Peter Conrad Licht, nasceu em Santa Maria no dia 08/04/1855 foi casado com Candida Carpes Niederauer e teve 8 filhos; Florestan, Arcelina, Arcênio, Felipe, Arlinda, ALcina, João e Alice. Foi um dos primeiros que recebeu lote doado pelo Major Antonio José da Silveira quando do inicio do vilamento em 1894, foi o 1º Serralheiro e tambem fundador do Clube Recreativo Literário em 18/12/1903. Felipe tem uma Rua que leva o seu nome e fica divisa com o primeiro loteamento desta cidade em que ele próprio teve um terreno.


A chegada dos Licht ao Brasil
Em 17 de dezembro de 1828, a fragata Olbers aportou no Rio de Janeiro, com 874 passageiros. Entre eles encontrava-se uma família de imigrantes alemães, originária dos vilarejos de Dusemond e Mülheim no vale do rio Mosel, composta por Carl Phillip Licht, sua esposa Anna Maria Bottler e os filhos Johann Peter Nicolau,Johann Peter Conrad e Johanna Franziska.

Desses dois filhos homens, descendem cerca de 800 pessoas morando principalmente no Rio Grande do Sul, mas também em Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Assim, desde Mathias Licht, nosso ancestral mais antigo, nascido em 1597 no vilarejo de Mülheim an der Mosel, já contamos com 13 gerações ao longo de 410 anos.

   Genearca do ramo Licht de Santa Maria e cidades vizinhas como Rosário do Sul, Tupanciretã e Santo Ângelo foi JOHANN PETER CONRAD LICHT, Cabo do Batalhão de Fuzileiros do Exército Imperial Brasileiro.

    Logo na chegada da Família Licht ao Rio de Janeiro, que ocorreu em 17 de Dezembro de 1828, o primogênito Johann Peter Conrad, já estava por lá, chegado havia pouco de Portugal e Açores, compondo o recém denominado Batalhão de Fuzileiros. O estado de espírito da população da Corte com relação aos mercenários estrangeiros era ainda de comoção em virtude dos acontecimentos de junho de 1828 com os sangrentos combates em plena área urbana na tentativa de sufocar o motim desses estrangeiros. No dia 16 de Dezembro de 1828, a véspera da chegada do Olbers com sua carga de 874 imigrantes alemães, colonos e mercenários, havia sido fuzilado em São Cristovão, o soldado August Von Steinhausen do 2º Batalhão de Granadeiros, o “bode expiatório” dos acontecimentos.
   Na primeira oportunidade ele deve ter se desligado do Batalhão de Fuzileiros e optado por ser colono na Província do Rio Grande do Sul. Assim, foi ele o JOÃO PEDRO CONRADLICHT, registrado pelo Dr. Johann Daniel Hillebrand, que acompanhou os pais CARL PHILLIP LICHT e ANNA MARIA e a irmã JOANNA FRANCISCA, no bergantim “Dez de Maio” que zarpou do Rio de Janeiro em março de 1829, em direção à Colônia de São Leopoldo. E foi em 10 de Maio de 1829, que apenas ele e a irmã aportaram em Porto Alegre e embarcaram para a Colônia Alemã de São Leopoldo.
    O fato é que com o falecimento dos pais durante a viagem e poucos semanas depois, da irmã em São Leopoldo, ele retornou ao Rio de Janeiro e re-incorporou no que restava do Batalhão de Fuzileiros, sendo citado como componente dessa unidade militar:
"Em 12 de agosto de 1829, o Batalhão de Fuzileiros estava no Rio de Janeiro."
(...)
"LICHT, João Pedro Conrado            Cabo     Btl Fuz"


Lemos, J.S.
Os mercenários do Imperador
Ed. Palmarinca, 1993.
Ainda não foi possível traçar precisamente os seus passos desde a chegada a Porto Alegre e São Leopoldo em 10 de Maio de 1829 e seu retorno ao Rio de Janeiro onde se encontrava já em 12 de agosto de 1829. Em 20 de agosto, a nau Dom Pedro I zarpou para o Rio Grande do Sul com todo o 28º BC a bordo. Com o Tratado de Paz assinado em 27 de agosto de 1828, com as Repúblicas Unidas do Prata a necessidade de um forte exército reforçado com mercenários estrangeiros já havia desaparecidoJOÃO PEDRO CONRADO LICHT pode ter permanecido no Rio de Janeiro até a dissolução definitiva do Batalhão de Fuzileiros, nos primeiros dias de 1831, mas é mais provável que tenha retornado ao Rio Grande do Sul como Cabo incorporado ao 28º Batalhão de Caçadores.
 
(...) os 300 homens que restavam do 28º Batalhão foram enviados para o sul. Desembarcados em Florianópolis, seguiram por terra até Laguna, onde agregaram negras e mulatas às vivandeiras oficiais e com elas chegaram a Torrews esfomeados, sob trovoadas e chuvas, desfraldando bandeiras ao toque de música, sem comida mas abastecidos de álcool. De Torres, vieram dar em Porto Alegre, onde cometeram violências e atacaram, aos grupos, casas e tabernas. Impossível mantê-los na Capital, foram mandados para Rio Pardo e daí para Santa Maria, onde a tropa foi seccionada. Parte ficou em Santa Maria, parte foi remetida para Rio Pardo e outros para Porto Alegre, onde em 23 de outubro de 1830 participaram das comemorações do natalício do Imperador.
Flores, H.A.H..
Alemães na Guerra dos Farrapos.
Porto Alegre. EDIPURS. Coleção História 6. 1995.
Uma grande quantidade de soldados mercenários alemães, em suas campanhas pelo território brasileiro, teve contato com as pequenas povoações e vilarejos, permanecendo nelas por algum tempo, eventualmente criando vínculos com os habitantes ou mesmo fixando residência e constituindo família. Quando esses grupamentos foram disolvidos, muitos soldados fixaram residência nessas localidades, integrando-se às populações locais. Isso não foi diferente na Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, pois os mercenários alemães constituíam numeroso contingente do Exército Imperial na defesa do território brasileiro, participando ativamente de diversos embates contra os exércitos argentino e uruguaio na Campanha da Cisplatina.
No Acampamento de Demarcação de Fronteiras, posteriormente elevado à condição de vila de Santa Maria da Bocca do Monte o panorama não foi diferente. Muitos soldados e colonos alemães ali se fixaram, casando com descendentes de portugueses, ou mesmo de outros imigrantes alemães, constituindo família, estabelecendo-se e exercendo atividades econômicas, principalmente comerciais. Sobre esse tema, Belém (1933) apresenta muitos exemplos esclarecedores cujos excertos são transcritos a seguir:

Santa Maria, porém, teve a sorte de receber em seu seio sòmente o “elemento são e de boa vontade” o qual concorreu, extraordinariamente, para a sua grandeza moral e material.
Pelo ano de 1828 esteve acantonado na povoação o 28º Batalhão de Alemães, sendo o primeiro contato que teve o povo santamariaense com o elemento germânico.
Esse acontecimento ficou registrado em Santa Maria pelo casamento do soldado Felipe Valmarath, daquela corporação, com Leonor Dolly, constando o assentamento no livro competente da Capela. Nos documentos apresentados pelo dito soldado para celebração do ato matrimonial consta a licença do comandante do 28º Batalhão Coronel Alexandre Max Greger.
Em 1831 tendo sido dissolvidas as tropas alemãs que estavam a serviço do Brasil, foram poucos que regressaram ao país natal. Mesmo antes da dissolução geral, os que davam baixa, por conclusão de tempo, na nova patria permaneciam.
É assim que Boaventura Dauzacker e João Leopoldo Bilo, soldados que foram do 28º Batalhão, dando baixa do serviço do exercito em 1829, ficariam na povoação.
 (...)
1828. Chegou nesse ano a Santa Maria o 28º Batalhão de Estrangeiros, composto por soldados alemães. Era seu comandante o coronel Alexandre Max Greger, e medico do corpo o Dr. Frederico Christiano Manoel Kuffender.
(...)
1829 - O primeiro registro de um casamento de alemães acontece em 18 de Janeiro de 1829 – Felippe Valmarath, soldado do 28º Batalhão de Estrangeiros, com Leonor Dolly, viúva de nacionalidade ingleza.
(...)
Em 1830, João Appel chegou à povoação de Santa Maria e estabeleceu-se com oficina de alfaiate. Fôra também do 28º Batalhão de Alemães. Esta corporação militar, sabe-se ter sido dissolvida no Rio de Janeiro em 1830. É lógico supor que João Appel, tendo estado em Santa Maria quando ahí acantonou o dito batalhão, tivesse feito boas relações com as pessoas do lugar, vindo nele domiciliar-se logo que foi dispensado do serviço do exercito brasileiro.
(...)
1831 - Havia na povoação três médicos: Inacio Rodrigues dos Santos, Frederico Christiano Manoel Kuffender, cirurgião do 28º Batalhão de Estrangeiros e Eugenio Mahler, cirurgião mór do Batalhão nº 1.
Belém, J.
História do Município de Santa Maria. 1797 – 1933.
Porto Alegre : Livraria Selbach. 1933

Fontes: www.familialicht.com.br , Livro: Nossas Ruas Nossa História - Câmara Vereadores de Tupanciretã


17/04/2012

SICREDI realiza uma pré-assembleia em Tupanciretã

A Cooperativa de Crédito SICREDI Planalto Central realizou uma pré-assembleia em Tupanciretã num evento realizado na sede social do CTG Tapera Velha que contou com a participação superior a 400 pessoas entre sócios, família e convidados. Oportunidade em que a direção apresentou os dados positivos e as ações desta cooperativa aos associados com destaque a financiamentos, captação, do plano UPA Universidade para associados que é uma exemplar ação educacional na nossa região e também os participantes conheceram os dados da SICREDI Tupanciretã que é a melhor unidade da região. Parabéns a Gerencia do Sr. Elemar e colaboradores bem com a Presidência do melhor banco cooperativado do Brasil. A Lagartus fotos esteve por lá e também a Foto Zapelini






Os participantes doaram cerca de 270 kilos de alimentos que serão doados para Liga de Combate ao Cancer de Tupanciretã



Muncipio de Tupanciretã tem até agosto para informar ao Ministério do Meio Ambiente como vai dar o destino correto para o lixo sólido



 Os estados e os municípios brasileiros têm até agosto de 2012 para entregar ao Ministério do Meio Ambiente um plano que dê destino correto ao lixo sólido.    O objetivo dessa exigência é acabar com os lixões no nosso país. Nessa semana, o Jornal Nacional teve acesso com exclusividade a um estudo que mostra como o lixo é descartado atualmente no Brasil.
   Economia crescendo, brasileiro comprando mais e produzindo mais lixo: esse ciclo levou à geração de quase 62 milhões de toneladas de lixo em 2011, 1,8% a mais do que em 2010.
   Em média, cada brasileiro produziu um quilo e 223 gramas de lixo por dia em 2011. De todo o lixo produzido, 10% não foram coletados; 6,4 milhões de toneladas.
   As informações foram levantadas com os municípios pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).
    O relatório mostra que quase 42% do lixo coletado não tem destinação adequada. Praticamente o mesmo percentual de 2010. Esse lixo vai parar em lixões ou aterros controlados.
Não tem praticamente nenhuma diferença do lixão. Lixão é a pior forma de destinação, em que o lixo é abandonado sobre um terreno sem nenhum cuidado. O aterro controlado tem algum cuidado só para dar uma disfarçada”, diz Carlos Silva Filho, diretor executivo da Abrelpe.
    As regiões Sudeste e Nordeste são as que mais produzem lixo no Brasil. O Sudeste é o que dá melhor destinação aos resíduos. O Centro-Oeste, a pior destinação.
   “Se compararmos os dados hoje disponibilizados no Brasil com a realidade de outros países, de outras cidades, mesmo que do mesmo porte, percebemos que o Brasil está bem distante de investir os volumes de recursos adequados ou necessários para avançar nessa questão”, avalia Carlos Silva Filho.

EXÉRCITO BRASILEIRO DOA AO MUNICÍPIO DE TUPANCIRETÃ UM TANQUE DE GUERRA

M108 - Monumento Praça Pedro Osório - Tupanciretã/RS  O município de Tupanciretã recebeu a doação de um TANQUE DE GUERRA M108 que está expos...